Nossa História

 
REFERÊNCIAS
Arquivos da Prefeitura e da Cmara Municipal de So Joo do Caiu.

Arquivos das igrejas.

Arquivo SIAB, (Sistema de Informao de Ateno Bsica) 2007.

Ministrio da Sade. Livro Formao Inicial para ACS;

Ministrio da Sade. Livro, Viver Mais e Melhor.

MOTA, Lcio Tadeu. Histria do Paran. Formao de Professores, EAD n28, 2005.

Revista do Conselho Federal de Medicina, ano XXII, n. 167, dezembro/2007
SAÚDE
A sade em nosso municpio como no Brasil todo um grande desafio, porque dentro desta palavra chamada sade existe vrias perguntas com muitas respostas. Diante disto a funo de gerir a sade, em qualquer esfera institucional, coloca vrios desafios que precisam ser enfrentados. E o primeiro deles, , justamente, conseguir dominar toda a complexidade de conceitos, nomenclaturas, aes e servios abrangidos pelo Sistema nico de Sade (SUS). Ao assumir suas atribuies o gestor se depara com uma ampla e diversificada gama de situaes e problemas, de diferentes naturezas, que podem ser abordados de maneiras igualmente variadas, dependendo de combinaes entre tcnicas/mtodos e tecnologias/equipamentos disponveis para a organizao dos processos de trabalho, alm de uma grande diversidade de tens e recursos com os quais ter de lidar em seu cotidiano.

Cada municpio possui sua diversidade, que diz respeito a seus usurios e equipes, sua capacidade em termos de estrutura e recursos financeiros, organizao social, conflitos e contradies locais. Assim, as estratgias para a melhor conduo dos sistemas de sade tero que se adequar, necessariamente, a essas diferenas regionais, pois no existe um padro nico e imutvel de gesto. O caminho comum trilhado pelos gestores da sade a busca por solues que os ajudem a viabilizar o planejamento, a melhor aplicao dos recursos e a conduo das equipes, atendendo aos princpios do SUS. Para que haja uma melhor efetivao para a aplicao dos recursos da sade feito todos os anos um Plano Municipal de Sade (PMS), uma etapa muito importante na construo deste processo, e um maior controle sobre a utilizao dos recursos disponveis. O nosso municpio por no dispor de estrutura suficiente, precisar pactuar trocas e reciprocidades com outros municpios vizinhos ou prximos, para obter maior melhoria das condies de sade dos seus municpios. Tudo o que acontece na Sade e o que pretendido fazer durante o ano de controle social do Conselho Municipal de Sade (qualificado, autnomo e representativo).

Para melhor atender a populao foi construdo o Hospital Municipal Nossa Senhora Aparecida. Obra construda com recursos do PRAM e Secretaria da Sade.
Governo do Estado do Paran: lvaro Fernandes Dias
Secretrio da Sade; Delcino Tavares da Silva.
Deputado Estadual: Quielse C. da Silva
Prefeito Municipal: Cludio Pauka
Presidente da Cmara: Armelindo Vandressem
Governo: lvaro Dias
So Joo do Caiu 06 de Fevereiro de 1988.
Localizao: Avenida Rio Branco n 1000

O municpio tem 2 Ncleos Integrados de Sade ,um localizado ao lado do hospital e outro no conjunto Cruzeiro do Sul.

• VIGILNCIA SANITRIA

A Vigilncia Sanitria tem trabalhado em suas aes bsicas de controle em alimentos e endemias, visando ofertar uma fiscalizao das aes dos servios de sade, garantindo assim a promoo, proteo e recuperao da mesma, por meio de aes realizadas de acordo com as possibilidades e necessidades do municpio. A responsabilidade sanitria, o gestor, para assegurar o direito a sade da populao de seu territrio, deve assumir a responsabilidade pelos resultados de sua gesto, buscando reduzir os riscos, a mortalidade e as doenas evitveis, responsabilizando-se pela oferta de aes e servios que promovam e protejam a sade das pessoas, que recuperem os doentes e que previnam doenas e agravos. O cumprimento dessas responsabilidades exige que assumam as atribuies de gesto, incluindo:
1. a execuo dos servios pblicos de responsabilidade de cada esfera de gesto;
2. a destinao de recursos do oramento prprio e a utilizao do conjunto dos recursos da as de Sade;
3. o planejamento, a organizao, a coordenao, o controle e a avaliao das aes e dos servios de sade, sob sua gesto;
4. a participao no processo de integrao ao SUS, em mbito regional, estadual e nacional, de modo a assegurar a populao o acesso a servios de maior complexidade no disponveis em seu territrio;
5. o apoio a qualificao do processo de controle social e de participao popular..
Por sua vez, pressupe que cada servio de sade conhea o territrio sob sua responsabilidade e estabelea uma relao de compromisso que deve ser tambm das equipes de referncia, que precisam estabelecer slidos vnculos teraputicos com os pacientes e seus familiares, proporcionando-lhes abordagem integral, mobilizando os recursos e os apoios necessrios a recuperao de cada pessoa, inclusive nos casos de transferncia, situaes em que o tempo de espera para acesso a outro nvel da assistncia no pode representar interrupo no tratamento.
• SANEAMENTO BSICO

O municpio por meio da SANEPAR atende cerca de 95% da rea urbana com o abastecimento de gua, com uma cobertura de 39% desta regio com oferta do atendimento de esgoto. O desempenho na limpeza pblica d-se de maneira rudimentar atravs de funcionrios pblicos, tendo a coleta de lixo garantida em sua totalidade por meio de caminho basculante encaminhado ao destino final a cu aberto em rea prpria ao destino.

• EIXO EPIDEMIOLGICO

Verifica-se um nmero preocupante no nmero de crianas baixo peso ao nascer como tambm morbidade e mortalidade infantil, no deixando de se constatar a acentuao das complicaes de afeces circulatrias, como AVC e ICC. Determinante: Carncias na assistncia do pr-natal, como na busca ativa;avaliao; diagnstico; tratamento; exames complementares e medidas orientativas na promoo e preveno em sade, principalmente nas afeces circulatrias.Alternativa de Ao: Intensificar as aes desenvolvidas no Programa de pr-natal, proporcionando um maior controle dos sinais e sintomas apresentados durante o perodo gestacional, visando a identificao de alteraes e anormalidades durante este perodo, controlando e suprindo estes desvios, garantindo a sade da me e o desenvolvimento do feto, no deixando de fornecer as gestantes informaes que venham sanar suas duvidas, garantindo assim uma assistncia humanizada a este programa de ateno bsica, no deixando de manter um acompanhamento puerperal, com uma educao continuada em sade.

No campo das demais doenas, destacando entre elas as de origem circulatria levando em considerao o ndice de complicaes desta originada, observa-se a necessidade de um aumento na realizao de aes orientativas, por meio de reunies que ressaltem a importncia da manuteno correta de um tratamento medicamentoso e a manuteno de um estilo de vida saudvel, ofertando aos pacientes um maior controle de suas condies fsicas, por meio de exames laboratoriais que demonstrem a influncia da doena em seu organismo e as possveis alteraes que esta possa estar causando, proporcionando assim benefcios ao paciente e ao municpio, a partir do momento em que o tratamento mantm-se a nvel de preveno e controle por parte da Unidade Bsica de Sade sem a necessidade do encaminhamento para nveis de maior complexidade e custo de manuteno.

• PROGRAMAS EXISTENTES

* Programa de Controle ao Hipertenso

Levando em considerao as inmeras complicaes que a Hipertenso Arterial pode causar vida dos pacientes e a crescente ocorrncia nos dias atuais, principalmente pelo estilo de vida irregular que se predomina hoje, o municpio tem trabalhado buscando atingir principalmente os grupos de risco com antecedentes familiares, procurando prevenir; identificar (atravs de consulta) e tratar por meio de orientao individual e coletiva. O paciente identificado includo em um cadastro onde acompanhado pelo ACS de sua rea juntamente com a enfermeira responsvel, sendo a este entregue mensalmente o medicamento necessrio para o controle de sua presso, prevenindo as complicaes conseqncias como afeces cardacas; renais e cerebrais entre outras.
METAS: Estabilizar a presso arterial dos pacientes por meio de um acompanhamento e tratamento medicamentoso alm de orientaes sobre o etilo de vida, visando assim preveno contra o surgimento de complicaes ligadas a Hipertenso Arterial.
* Programa de Agente Comunitrio de Sade

O ACS sendo morador do municpio e conhecedor da regio em que vive, representa um elo de integrao entre a populao e a Unidade Sade da Famlia, obtendo dados e vivenciando a realidade da rea de atuao, por meio de um mapeamento desta, realizando o cadastramento das famlias e promovendo a sade desta por meio de orientaes e identificao dos fatores de risco, como tambm as necessidades em sade de sua rea de abrangncia

* Programa de Carncia Nutricional
Distribuio de 169 litros de leite dirios a famlias carentes do municpio.

* Programa SINAN - Sistema de Informao de Agravos e Notificao.
Tem como objetivo notificar, monitorar e investigar todo e qualquer agravo agudo ou crnico que esteja includo na lista de agravos de notificao.

* Programa SINASC - Sistema de Informao sobre Nascidos Vivos.
Registrar toda e qualquer criana, que venha nascer pertencente ao municpio.

* Programa SIM - Programa de Informao sobre Mortalidade.
Monitoramento e registro de todos os bitos ocorridos no municpio.

*Programa API - Avaliao do Programa de Imunizao.
Atravs dele possvel avaliar a cobertura vacinal do municpio, seja ela por faixa etria ou por imuno.

* Programa SINAN- W - Sistema de Informao de Agravos de Notificao (Windows). Tem o mesmo objetivo do SINAN, sendo uma verso mais abrangente e completa.

* Programa Sade da Famlia
Redirecionar o modelo assistencial atual de sade, atravs de um atendimento direcionado famlia e comunidade, que inclua desde a proteo e promoo da sade at a identificao precoce e o tratamento das doenas em seu domiclio, ampliando as responsabilidades dos municpios na Ateno Bsica e proporcionando a regionalizao da assistncia.

• Programa de Preveno e Controle do Cncer (Crvico Uterino) Ginecolgico.
Objetiva prevenir a morbidade e mortalidade causada por esta afeco, atravs de medidas efetivas de monitoramento das aes, com medidas como o rastreamento do cncer do colo do tero; coleta de material para exame de citopatologia; realizao ou referncia para exame citopatolgico; alimentao dos sistemas de informao e consulta mdica e de enfermagem, garantindo assim a promoo, manuteno e tratamento da mulher quando se fala em cncer ginecolgico.
* Programa Diabetes
Tendo em vista o crescente ndice de novos portadores de Diabetes Melittus, e as complicaes conseqncias, tem havido uma intensificao nas aes de identificao e orientao sobre os fatores de risco, por meio de busca ativa; diagnstico e acompanhamento dos Diabticos, proporcionando um monitoramento dos nveis de glicose garantindo uma precoce avaliao de complicaes tanto nos DMID como nos DMNID, por meio de aes educativas com relao ao estilo de vida; auto-cuidado e auto-aplicao de insulina, garantindo a promoo, preveno e tratamento em sade.
Programa SIS Pr-natal.
Humanizar o Pr-Natal, garantindo o acesso das gestantes a um atendimento digno e de qualidade no decorrer da gestao, parto, puerprio e perodo neonatal, os quais so direitos inalienveis garantidos pela cidadania.As aes desenvolvidas no programa devem ser iniciadas desde o diagnstico, garantindo o cadastro da gestante no 10 trimestre de gestao classificando-a como sendo ou no de risco, proporcionando uma suplementao alimentar para gestantes com baixo peso e o acompanhamento vacinal de todas desde a primeira consulta, permitindo a promoo da sade atravs de atividades educativas tanto no pr-natal como no puerprio.
* Modelo de Assistncia e Descentralizao

O municpio proporciona um atendimento em nvel de Aes Bsicas Ampliadas do Sistema (Preveno; Promoo; Reabilitao; Imunizao/ Clnica Mdica; Urgncia e Emergncia e Pequenas Cirurgias), sendo os atendimentos de maiores complexidades encaminhadas para a cidade de Paranava.


• Posto de Sade

A Unidade Bsica de Sade tudo que envolve o cuidado com a sade do ser humano. Incluindo as aes e servios de promoes, preveno, reabilitao e tratamento de doenas. Essa estrutura visa a melhor programao e planejamento das aes e servios do sistema. O Posto de Sade constitui o primeiro nvel de ateno sade, de acordo com o modelo adotado pelo SUS. Engloba um conjunto de aes de carter individual ou coletivo, que envolvem a promoo da sade, a preveno de doenas, o diagnstico, o tratamento e a reabilitao dos pacientes. Nesse nvel da ateno a sade, o atendimento aos usurios deve seguir uma cadeia progressiva, garantindo o acesso aos cuidados e as tecnologias necessrias e adequadas preveno e ao enfrentamento das doenas, para prolongamento da vida. As Unidades Bsicas de Sade o ponto de contato preferencial dos usurios com o SUS e seu primeiro contato, realizado pelas especialidades bsicas da sade, que so: clnica mdica, pediatria, obstetrcia, ginecologia, inclusive as emergncias referentes a essas reas. Cabe tambm a ateno bsica proceder aos encaminhamentos dos usurios para os atendimentos de mdia e alta complexidade. Uma ateno bsica bem organizada garante resoluo de cerca de 80% das necessidades e problemas de sade da populao de um municpio e consolida os pressupostos do SUS: equidade, universalidade e integralidade. A estratgia adotada pelo Ministrio da Sade, com prioritria para a organizao da ateno bsica a estratgia Sade da Famlia, que estabelece vnculo slido de co-responsabilizao com a comunidade adstrita. A responsabilidade pela oferta de servios de ateno bsica a sade da gesto municipal, sendo o financiamento para as aes bsicas a sade de responsabilidade das trs esferas de governo.

o estabelecimento de uma relao solidria e de confiana entre profissionais do sistema de sade e usurios ou potenciais usurio, entendida como essencial ao processo de co-produo da sade, sob os princpios orientados do SUS (universalidade, integralidade e equidade). Traduz-se nas atitudes dos profissionais e, tambm, nas condies e processos de trabalho envolvidos na recepo e atendimento aos cidados, onde quer que ele se de: na comunidade, nos ambulatrios, em hospitais ou demais unidades e servios de sade. Essas atitudes devem ser valorizadas e estimuladas. No que diz respeito s condies de atendimento e ao processo de trabalho, trata-se de conceb-los e redefini-los tendo o cidado como centro, objetivando seu bem estar e a afetividade do servio prestado.
EDUCAÇÃO
O cessamento das escolas municipais rurais deu-se principalmente devido ao difcil deslocamento de professores e alimentao, alm da grande falta de infra-estrutura. Ainda assim, ligado ao xodo rural, quando famlias inteiras mudavam-se para as pequenas cidades onde o comrcio era valorizado. Com a transferncia para o Municpio, as necessidades dos educandos puderam ser mais bem atendidas, j que a cidade dispunha de mais recursos.

Atualmente existem no Municpio os seguintes estabelecimentos de ensino:
• Centro Municipal de Educao Infantil Menino Jesus, atende alunos de zero a cinco anos;
• Centro Municipal de Educao Infantil “Alda de Aguiar Silveira”, com alunos de trs a cinco anos;
• Escola Municipal “Maria Cernaki”, Ensino Fundamental de 1 a 4 srie;
• Colgio Estadual “Carlos Gomes”, Ensino Fundamental e Mdio;
• Escola de Educao Especial “Raio de Sol”.

Escolas Rurais que existiram no municpio e os professores que nelas lecionaram:

• Escola Rural Municipal Ana Nri
* Professora Francisca Figueiredo de Oliveira, 1967 a 1969
* Professora Neusa Fumagalli 1970

• Escola Rural Municipal Santa Ana
* Professor Itamar Jos Flor 1968

• Escola Rural Estadual Bela Vista
* Professora Lourdes Cavalher Moreira: 1959 a 1964, 1, 2 e 3 sries.
* Professor Otto Baron: 1965, 1, 2 e 3 sries.
* Professora Lourdes Cavalher Moreira: 1966 a 1968, 1, 2 e 4 sries.
* Professor Jos Weldes Camilo: 1969, 2, 3 e 4 sries.
* Professora Dirce Aparecida Boscarato: 1969 1 srie.
* Professora Florentina Ribeiro de Oliveira: 1970 1 srie.
* Professor Jos Weldes Camilo: 1970, 2, 3 e 4 sries.
* Professor Jos Weldes Camilo: 1971, 1, 2, 3 e 4 sries.
* Professora Maria Vaneide Camilo: 1972, 2, 3 e 4 sries.
* Professora Rosemeire Colli: 1972 1 srie.
* Professora Maria dos Santos Ferreira: 1973 1 srie.
* Professora Benedita Oliveira Santana: 1973, 2, 3 e 4 sries.
* Professora Genilda de Siqueira Gomes: 1974 1 srie.
* Professora Maria Gonalves Pinto: 1974, 2, 3 e 4 sries.
* Professora ngela de Souza e Rita Antonia Vitturi: 1975, 1, 2, 3 e 4 sries.
* Professora Francisca Ldia Oliveira Wereck: 1976, 1, 2, 3 e 4 sries.
* Professora Leonette Gomes dos Santos: 1977 1980, 1, 2, 3 e 4 sries.
* Professora Maria Helena Timporini dos Reis: 1980 • Escola Rural Municipal Ibiruba
* Professora Neyde Rosseto Lopes: 1959 a 1978.
* Professora Bernadete Maria Vieira: 1959 a 1960.
* Professora Aparecida Rossetti Zapata: 1960 a 1974.
* Professora Maria de Lourdes Menezes: 1970.
* Professora Celina Delgado: 1970 e 1071.
* Professora Cirley Rossetti guila: 1980.
* Professora Vanda Ramos de Alencar • Escola Rural Municipal So Miguel
* Professor Edgar Rodrigues: 1971 a 1974,1, 2, 3 e 4 sries.
* Professora Odete Arilo dos Santos: 1975, 1, 2, 3 e 4 sries.
* Professora Vera Lcia Maziero Gonalves: 1977 1 srie.
* Professora Maria Jos dos Reis Coelho: 1977 1 srie.
* Professora Maringela Malvezzi: 1977 2 3 e 4 sries.
* Professora Maria Cleonice de Souza: 1978, 1, 2, 3 e 4 sries.
* Professora Neuza Rosa Lobato dos Reis: 1979
* Professora Ivone Sobreira Garcia: 1958 a 1962
* Professora Terezinha Fernandes Moya: 1958 a 1959
* Professora Luclia Rosa: 1963 a 1964
* Professor Jos Vivaldini: 1965 a 1968
* Professor Edgar Rodrigues: 1969 a 1971
* Professor Itamar Jos Flor: 1970
* Professora Elizabete Gonalves da Silva: 1980

• Escola Rural Municipal Santa Luzia
* Professora Maria Cernaki: 1956 a 1968
* Professor Jorge Cernaki: 1958 e 1959
* Professora Maria Ins Silva: 1969 a 1971
* Professora Maria Tereza Silva: 1972
* Professora Maria da Silva Pereira: 1972
* Professora Mariluci D. Pedrazzoli: 1973
* Professora Benedita Oliveira Santana: 1974 e 1975
* Professora Genilda Siqueira Gomes: 1976
* Professora Maria de Lurdes Chaves de Frana: 1977 e 1978
* Professora Brasilina Santana Cancelieri: 1979

• Escola Rural Municipal Faz. Paranapanema
* Professora Anirce de Lurdes Botter: 1956
* Professora Adelina Nogueira: 1956
* Professora Aparecida Farisdi dos Santos: 1957 a 1958
* Professora Julia Ferreira de Arajo: 1957
* Professora Ceclia Franqui: 1959
* Professora Ceclia Franqui Eugnio: 1960 e 1961
* Professora Maria Fan Franqui: 1963 a 1965
* Professora Jandira Defveri Franqui: 1965

• Escola Rural Municipal Faz. Taperiv
* Professora Dora Delmante Paes: 1959 1 1963
* Professora Celina Delgado: 1964 a 1970

• Escola Isolada Nossa Senhora de Lourdes
* Professora Ensia de Jesus Carvalho: 1961 a 1965
* Professor Iraltino Nascimento: 1962 a 1963
* Professor Paulo Domingues de Carvalho: 1964 a 1968
* Professor Paulo Maia de Oliveira: 1970 a 1971
* Professora Clonete Arneiro: 1972 a 1973

• Escola Rural Municipal Santa Ceclia
* Professora Sesuta Barbosa de Castro: 1961
* Professora Maria Francinette Amorim: 1962
* Professora Irene Monge Scandoleiro: 1963
* Professora Terezinha Gonalves: 1964
* Professor Osrio de Souza: 1966
* Professora Maria Gonalves Diniz da Silva: 1967 a 1968
* Professor Leonildo Vivaldini: 1968
* Professor Jos Merson Bandeira: 1970 a 1975
* Professora Florentina Ribeiro de Oliveira: 1970
* Professora Maria Elita de Oliveira Bandeira: 1970
* Professora Maria de Lurdes Menezes: 1968 a 1970
* Professora Maria Vernica Leite: 1966 a 1969
* Professor Valdir Micheletti: 1976
* Professora Nilza R. G. da Silveira: 1977

• Escola Rural Municipal Guarani
* Professora Elza Jos Miranda: 1961 a 1965
* Professora Maria Ursulina Mascimento Miranda: 1963 a 1964
* Professora Sind Jos de Miranda: 1965
* Professor Pedro Domingos da Silva: 1966
* Professora Mievis Maria Visconcin: 1976 a 1968
* Professora Maria Ins Zapata: 1969
* Professora Vilma Falaschi: 1970
* Professora Olga Neuza Vitturi: 1971 a 1972
* Professora Maria da Silva Pereira: 1973
* Professora Rita Antnio Vitturi: 1974
* Professora Ivanilda Arneiro Arcanjo: 1975 a 1976
* Professora Marinalva da Silva: 1977 a 1976


• Escola Rural Municipal Marab Nova
* Professora Adelice Rosa de Jesus: 1962
* Professor Antonio dos Santos Nora: 1965 a 1968
* Professora Maria Eufrasina Teixeira: 1969
* Professora Maria das Graas da Silva e Dina E. F. Prates: 1970
* Professora Maria Helena de Souza e Maria das Graas da Silva: 1971 a 1973
* Professora Elorita Ktia Malvezzi: 1973
* Professora Maria Clia Tamanini: 1974 a 1975
* Professora Generosa da Silva: 1976
* Professora Olga Pestana: 1978
* Professora Generosa da Silva: 1977
* Professora Maria Cleonice de Souza: 1979
* Professora Maria Cleonice de Souza Arajo: 1980


• Escola Rural Municipal Slio Fedozzi
* Professora Luzia Terezinha Peternelli: 1973 a 1974
* Professora Clodete Arneiro de Alencar: 1975
* Professora Elizabeth Ferreira da Silva: 1976
* Professora Hilda Dias: 1977
* Professora Leonice Martelli Barivieira: 1978
* Professora Generosa da Silva: 1978
* Professora Maria de Ftima Feitosa da Silva: 1978
* Professora Genilza de Siqueira Gomes: 1979


• Escola Rural Municipal Santa Rita
* Professora Maria Eva Fernandes: 1964
* Professora Jandira Defveri Franqui e Maria Fan: 1966 a 1968
* Professor Jurandir Lus da Frana: 1969 a 1971
* Professora Maria Fan Franqui: 1968
* Professora Dina Eva F. Prates: 1972 a 1973
* Professora Francisca Ldia de Oliveira: 1974 a 1975
* Professora ngela Maria de Souza: 1976
* Professora Mrcia Regina da Silva Souza: 1979

• Escola Rural Municipal Monte Azul
* Professora Glria Luiza Martins: 1962
* Professora Maria Adelina Bet: 1976
* Professora Elizabeth Ferreira da Silva: 1978
* Professora Ilda Luci Belato Alves: 1979 a 1980

• Escola Rural Municipal Porta do Cu
* Professora Dina Eva Fernandes Prates: 1974
* Professora Elizabete Belato: 1975
* Professora Maringela Malvezzi: 1976
* Professora Tereza Colli: 1977
* Professora Julia Jesus de Oliveira: 1978
* Professora Maria Aparecida Gonalves Marques: 1980
* Professora Tereza Colli Alcntara: 1979

• Escola Rural Municipal Piedade
* Professora Terezinha Barbosa Santos: 1960 a 1961
* Professora Isaura F. Arajo: 1962 a 1963
* Professora Maria Vernica Leite: 1964
* Professora Maria Odete Franquini: 1965
* Professora Julia Jesus de Oliveira: 1979

• Escola Rural Municipal Areia Branca
* Inspetora: Marlene Maria Carniel Silva
* Professora Eunice Terezinha Canguss Gomes: 1960 a 1961
* Professora Maria Ieda Camilo: 1962 a 1963
* Professora Terezinha Martins: 1964
* Professora Terezinha Gonalves: 1965
* Professora Marilia Lopes Yung e Doralice Rosa Ferreira: 1966
* Professora Maria Socorro de Lima: 1968
* Professora Maria Elita de Oliveira: 1969 a 1970
* Professora Maria Vaneide Camilo: 1971
* Professora Edwirges V. Pedrazzoli: 1973
* Professora Ivone Zapata: 1974
* Professora Ana Silva da Cruz: 1975
* Professora Veranilde Micheletti: 1976
* Professora Marinez da Silva: 1977 a 1978
* Professora Maria Ins da Silva Lavarias: 1978
• Escola Rural Municipal Brasil
* Inspetora: Marlene Maria Carniel Silva
* Professora Florentina Edgio Ribeiro: 1966 a 1968
* Professora Leonildo Vivaldini: 1968 a 1975
* Professor Valdir Micheletti: 1976
* Professora Genilda de Siqueira Gomes: 1977 a1978
* Professora Maria Aparecida Marques: 1978 a 1979
• Escola Rural Municipal Cruzeiro do Sul
* Professor Jos de Mussio: 1959
* Professora Marli Alves de Siqueira e Enoy Guimares de Andrade; 1961.
* Professor Enoy Guimares de Andrade e Isabel Yung: 1962
* Professora Isabel Yung e Mercs da Luz de Souza: 1963
* Professora Mercs da Luz de Souza e Maria Francinette Amorim: 1964
* Professora Nair Pradella, Ivanilde Matarolli e Ana Maria Ribas: 1965
* Professora Alda Marina Takako Miyabayash: 1965
* Professor Armando Franqui e Carlos R. Marassi: 1966
* Professor Armando Franqui e Maria dos Santos Ferreira: 1967
* Professora Jandira Defveri Franqui e Tereza Martiney: 1968
* Professora Jandira Defveri Franqui e Terezinha Franqui: 1970 a 1972
* Professora Maria de Ftima da Silva e Terezinha Franqui: 1973
* Professora Clodete Arneiro de Alencar: 1974
* Professora Osmarina da Silva: 1976
* Professora Mrcia Regina da Silva Souza: 1977
* Professor Nelson do Amaral: 1978 a 1979
* Professora Maria Aparecida Colli: 1980

• Escola Rural Municipal Rio Caiu
* Professora Maria Ins Tarniovi: 1968 a 1970
* Professora Enedina Emlia Vitturi Vascouto: 1971 a 1972
* Professora Ana da Silva Cruz: 1973 a 1974
* Professora Veranilde Micheletti: 1975
* Professora Maria de Lurdes Chaves de Frana: 1976
* Professora Maria Aparecida Marques: 1977
* Professora Julia Jesus de Oliveira: 1978
* Professora Eliete Ferreira da Silva: 1980
* Professora Ana Maria Juliani: 1979
• Escola Municipal Maria do Cu
* Professora Florentina R. de Oliveira e Neide de O. Pina: 1971
* Professora Neide Coelho Pina: 1972
* Professora Maria Batista de Souza e Ins Coelho Pina: 1973
* Professora Julia Maria de Arago e Abigail Ferreira: 1974
* Professora Nilza R. G. da Silveira e Abigail F. Ferreira: 1976
* Professora Maria dos Santos: 1977
* Professora Clonete Arneiro do Nascimento: 1977
* Professora Mrcia Regina da Silva Souza: 1978
* Professora ngela Maria de Souza: 1978
* Professora Julia de Jesus de Oliveira: 1980
* Professora Maria de Ftima Feitosa da Silva: 1979
• Escola Rural Municipal Marab Velha
* Professora Terezinha Basziz e Lcia Basziz: 1963
* Professora Maria Ceclia Gimenes de Souza: 1964
* Professora Francisca Figueiredo: 1965
* Professor Ado Lus Fernandes: 1966
* Professora Dina Eva Fernandes Prates: 1967 a 1971
* Professora Aparecida Eva Fernandes Prates: 1976 a 1971
* Professora Maril Siqueira: 1973
* Professora Odete Cirilo dos Santos: 1974
* Professora Leonice Martelli Barivieira: 1976
* Professora Edilma de Carvalho Bruning: 1978
* Professora Olga Pestana: 1979
* Professora Leonice Martelli Barivieira: 1977
* Professora Neuza Rosa Lobato dos Reis: 1980

• Plano Municipal de Educao – PME

* Aspectos Histricos
Em 1952 o municpio de Mandaguari construiu no patrimnio de So Joo do Caiu uma escola com duas salas. At o ano de 1955 nada mais foi feito neste sentido por haver passado a localidade a pertencer ao Municpio de Nova Esperana e Alto Paran.

Em 1956 foi criado o Grupo Escolar de 4 classe Dec. 6.952 de 06/11/56, vrias escolas isoladas na zona Rural e as escolas reunidas de Santo Antonio do Caiu, patrimnio do municpio.

Em 17/01/1957 foi instalada a Escola Normal Regional. Seus principais incentivadores foram as Professoras: Alda Aguiar Silveira, Josephina D. Baiochi e Maria Pessica Franqui. Seus Fundadores: Prefeito Domingos Beraldi e o Vereador Dr. Csar Baiochi.

A aula inaugural deu-se no dia 01/03/1957 em uma das salas de aula, com vrias autoridades presentes, entre elas: o Sr. Prefeito Municipal Sr. Domingos Beraldi, a Diretora do Curso Alda Aguiar Silveira, o Presidente da Cmara Municipal Sr. Domingos Navarro, o Mdico e vereador Dr. Csar Baiochi; alunos e professores. A professora Josephina D. Baiochi ministrou a aula solene com o tema “Histria do Livro”, falou sobre o livro vivo, explicou que este o professor que procura tirar da escurido do analfabetismo o aluno.

Em outubro de 1958 a escola passou a ser denominada Escola Normal Regional Carlos Gomes, nome escolhido pelo corpo docente da escola. No dia 27/10/60 foi criado o Ginsio Estadual de So Joo do Caiu, pelo Decreto n 33.050/60 de 27/ 10/ 60, para funcionar no prximo ano letivo, no prdio do Grupo Escolar, Rua Caetano Munhoz da Rocha n 917. Sua criao teve incio com o requerimento de verificao prvio encaminhado a professores da Escola Normal Regional e o Sr. Prefeito Municipal Dr. Csar Baiochi, estes no mediram esforos para dar a cidade um Ginsio Estadual. No dia 14 de agosto de 1960, visitou nossa cidade o superintendente do Ensino Secundrio da Secretaria de Educao e Cultura do Estado, presidindo uma reunio da qual tomaram parte Dr. Csar Baiochi, Dr. Almir I. Salache e os professores: Modesto Barichelo, Renato Neves de Camargo, Josephina D. Baiochi, Alda de Aguiar Silveira e Ilza Godoy, ficando estabelecido que o quadro diretivo do estabelecimento fosse o seguinte: Diretor Dr. Almir I. Salache, Vice Diretor Alda Aguiar Silveira e Secretrio Modesto Barichelo. No decorrer da regularizao o Sr. Diretor efetuou diversas viagens a Londrina com a finalidade de regularizar o setor administrativo, organizar o corpo docente e aquisio de material didtico e de consumo, materiais administrativos, mveis e utenslios. Sua criao est ligada ao fato de haver grande nmero de jovens que concluam o Curso Primrio com bom aproveitamento e em condies de prosseguirem os estudos e no terem possibilidade de freqentarem o Curso Ginasial em cidades vizinhas em conseqncia das distncias, situao econmica, etc.

Na poca a economia do municpio era representada pelo caf, o algodo, milho e o gado. Nos setores social e cultural o municpio possua um Grmio Estudantil, um grupo de teatro (GETA) detentor de vrios prmios dos festivais realizados no Paran, e dois Clubes Culturais Recreativos.

No ano de 1963 o currculo da Escola Normal Regional passou a igualar-se com o do Ginsio com exceo da 4 srie da Regional que tinha matrias de Psicologia e Didtica. Os dirigentes acharam por bem solicitar a criao do curso Normal Colegial que beneficiaria os alunos que j haviam concludo o Normal Regional, bem como os alunos que conclussem o Ginsio. Pelo Decreto 14.187 de 20 de fevereiro de 1964 fica aprovada a extino gradativa da Escola Normal Regional e realiza-se a instalao da Escola Normal Colegial, na solenidade de instalao estavam presentes as autoridades municipais, bem como o proco, professores e alunos.

No dia 3 de agosto de 1968, foi realizada uma reunio com o corpo docente do estabelecimento para a escolha do Patrono do Ginsio Estadual de So Joo do Caiu. Foram colocados vrios nomes para a votao, sendo o mais votado "Visconde de Taunay". Participaram da reunio os seguintes professores: Anirce B. Veltrini, Gilberto Della Coletta, Paulo Rocha, Neusa D. Rocha, Renaldo Franqui, Archimedes Belia, Terezinha Marques Zirr, Marli Alves de Siqueira, Jos Rodrigues Nascimento, Hilnico Willmann e Vanderlei Della Coletta, sendo diretora nessa poca a Sra. Odil Therezinha P. Soares. Aps recolhido os dados biogrficos do Patrono pelo Professor Archimedes Belia, estes foram encaminhados Secretaria de Educao e Cultura e em 12/11/68, atravs do Decreto n 12.949, o Ginsio passa a denominar-se Ginsio Estadual Visconde de Taunay.

Em 1970 o Grupo Escolar de So Joo do Caiu, pelo Decreto 20.370 de 11/06/70 passa a denominar-se Grupo Escolar Presidente Costa e Silva. No dia 24/10/79 atravs do Decreto n. 1.348/79, acontece a juno do Ginsio Estadual Visconde de Taunay e do Grupo Escolar Presidente Costa e Silva, em um nico estabelecimento de ensino, com a seguinte denominao: Escola Carlos Gomes - Ensino Regular e Supletivo de 1 Grau; o curso foi reconhecido atravs da Resoluo n. 2.748/81 do D.O.E. de 29/12/81; O Projeto de implantao do Ensino de 2 grau aprovado pelo Parecer 169/81 de 21/12/81 do D.E.S.G., com a habilitao plena Magistrio e Bsica em Administrao a partir de 1979.

Com a Resoluo 3.413 de 30/12/81, resulta a reorganizao da Escola Normal Colegial Estadual Carlos Gomes e Escola Carlos Gomes Ensino Regular e Supletivo de 1 Grau, e atravs da Resoluo 1.663 de 19/05/83 D.O.E n. 1.566/83 de 28/06/83, d-se a denominao Colgio Estadual Carlos Gomes Ensino de 1 Grau Regular e Supletivo e de 2 Grau Regular; sendo que pela Resoluo n. 1.804 de 23/06/83 fica reconhecido o Curso de 2 grau nas Habilitaes Plenas Magistrio e Bsica em Administrao.

Com a Resoluo N.316/88 de 02/08/88 da SEED foi implantado gradativamente a partir de 1988 o Curso de 2 grau habilitao Tcnico em Contabilidade e a extino gradativa tambm da habilitao Bsica em Administrao, sendo que pela Resoluo n. 4.039/90 de 17/01/91 fica reconhecido a habilitao Tcnico em Contabilidade e segundo a Resoluo n. 4.500/91 de 24/12/91 fica autorizado o funcionamento da 4 srie desta habilitao.

A partir de 08/12/92 pela Resoluo 4.531/92, fica suspenso o curso de 1 a 4 srie, e pela Resoluo 4.514/93 de 18/08/93 o estabelecimento passa a denominar-se Colgio Estadual Carlos Gomes - Ensino de 1 e 2 graus retificando assim o art. 4 da Resoluo 4.531/92 de 08/12/92. Em 29/08/97 atravs da Resoluo 2.956/97 fica autorizado o funcionamento do Curso de 2 Grau - Educao Geral. Com as Resolues n.4.091/98 de 26/11/98 e n. 4.092/98 de 26/11/98 ficam cessados definitivamente as atividades escolares das habilitaes Magistrio e Tcnico em Contabilidade respectivamente.

Histrico da Unidade Escolar
A partir de 31/08/98 pela Resoluo 3.120/98 e Deliberao 003/98 de 02/07/98 o Colgio Estadual Carlos Gomes Ensino de 1 e 2 Graus passa a denominar-se Colgio Estadual Carlos Gomes - Ensino Fundamental e Mdio.
No ano de 2002 pela Resoluo 1.627/2002 fica reconhecido o Ensino Mdio do Colgio Estadual Carlos Gomes.

O Colgio Estadual Carlos Gomes - Ensino Fundamental e Mdio est instalado num terreno bem amplo que ocupa toda uma quadra da cidade. O prdio ocupado tambm pela escola Municipal Maria Cernaki. O colgio possui 15 salas de aulas, sendo que destas, uma destinada sala de vdeo, uma para a biblioteca, uma para o laboratrio de informtica. Ficando assim apenas 12 salas de aula para esse fim. Possumos um laboratrio de cincias que utilizado para aula de qumica, cincias, biologia e fsica. O colgio funciona em trs horrios: matutino, vespertino e noturno. ofertamos Ensino Fundamental de 5 a 8 srie, Ensino Mdio e Sala de Apoio Pedaggico. O Colgio Estadual Carlos Gomes tem 779 alunos, nos ensino fundamental e mdio.O Colgio Estadual Carlos Gomes o nico no municpio que oferta o Ensino Mdio regular. Esta oferta se d nos perodos matutino e noturno, distribudos em quatro turmas: duas de 1 srie, duas de 2 srie e uma de 3 srie e no perodo noturno, distribudos em seis turmas, sendo 02 de 1 srie, duas de 2 srie e duas de 3, totalizando 10 turmas.

No municpio h ainda a oferta de ensino mdio supletivo no perodo noturno pela, EJA, que uma extenso do Colgio Newton Guimares de Paranava. As aulas so ministradas na Escola Municipal Maria Cernaki.
• Centro Municipal de Educao Infantil Menino Jesus Histrico
Segundo relatos da comunidade em 1974, existiam aqui na regio de So Joo do Caiu famlias com muitos filhos. Havia at mesmo exemplos de famlias que tinham tantos filhos que davam para outras famlias. O prefeito da poca o senhor Lcio Marques resolveu aproveitar um barraco que seria supermercado e abrir uma creche. A idia na poca era recepcionar as crianas de O 12 anos de idade. No comeo a entidade era cercada com arames, e as crianas escapavam pelos buracos.

Quem atendia a clientela da creche, eram os voluntariados da LBA ( Legio Brasileira de Assistncia); isso foi por volta de 1975 e a Neiva Pauka era a secretria e a Sirene Flix Carneiro comandava. A maior parte da alimentao era adquirida atravs de um convnio com a LBA e era a base de cereais, enlatados de mistura e forneciam tambm o leite. O horrio de funcionamento era das 06h. s 18h.
Tiveram dificuldades com os convnios e com os mantenedores, por isso por algum tempo fechou-se, e tambm tendo a falta de entendimento numa mudana poltica. Tinham tambm muita ajuda financeira, de pessoas voluntrias. Depois dividiram as crianas por setores (o berrio e os demais setores), onde faziam vrias brincadeiras, como: teatros, colnias de frias, etc.

Com a Lei Municipal 672/82 de 02/12/82- foi criada a Creche Municipal de So Joo do Caiu, e com a Lei Municipal 697/84 de 26/04/84, muda-se a denominao para Creche Municipal" Menino Jesus".No incio a Creche era administrada e mantida pela Prefeitura do Municpio de So Joo do Caiu, hoje ela continua recebendo essa ajuda, mas com um apoio do Estado, no qual formada por uma Associao Beneficente (ABEMJE). A Creche alm de abrigar as crianas, tem como objetivo cuidados de higiene, alimentao adequada e saudvel, lazer e tambm o propsito de oferecer atividades pedaggicas, dando condies de pleno desenvolvimento, atravs de interaes estabelecidas entre a criana e o meio fsico e social.

Em decorrncia das alteraes na legislao a creche recebeu novas denominaes, atendendo a deliberao 03/98, do Conselho Estadual de Educao, atravs da Lei municipal n. 1.101, de 23 de dezembro de 2000, chama-se Centro Municipal de Educao Menino Jesus. Est situado Avenida Rio Branco n 555. O Centro Municipal de Educao Infantil "Menino Jesus", tem o horrio de funcionamento das 06h s 17h.Temos matriculado na creche 148 crianas, com uma freqncia de 100 crianas dirias.

* Diretoras que passaram pela creche:
* Lcio Marques: Sirene Flix Carneiro
* Cludio Pauka: Tereza Colli
* Lourival S. de Souza: Maria Amada Rosa, 1988 a 1991 e Maria Odete Pelarim
* Cludio Pauka: Veranilde Micheletti Bazani, 1994 a 1999.
* Wilson Pedrazolli: Rosngela Aparecida Silva Aguiar, 1999 a 2000.
* Lourival Flix Carneiro:- Rosngela Aparecida Mendona, 2001 a 2002.
- Ftima Vieira de Souza, 2002 a 2004.
* Cludio Pauka: Solange Marcos Passos, 2005 at os dias atuais.
• Pr-Escola Alda de Aguiar Silveira
* Histrico da Unidade Escolar
A escola mantida pela Prefeitura Municipal e administrada pelo Departamento Municipal de Educao, Cultura e Esportes de So Joo do Caiu - Estado do Paran.
At o ano de 1987, a Educao Pr - Escolar funcionava no Colgio Estadual Carlos Gomes com apenas 4 turmas. Devido a grande procura por essa modalidade de Ensino, o referido colgio no oferecia espao fsico suficiente para atender a demanda. Ento, no dia 07 de outubro foi criada a Unidade Pr - Escolar "Alda de Aguiar Silveira",atravs da lei municipal n. 761/87, para atender essa solicitao da comunidade.
O nome Alda de Aguiar Silveira foi escolhido para homenagear uma das primeiras professoras do nosso municpio onde lecionou, hoje j falecida.Diante dos avanos educacionais e das mudanas no ensino, que correspondente ao nvel da transformao da sociedade brasileira, garantindo a qualidade de ensino e o acesso de todos ao conhecimento universal independente de raa, cor, sexo, situao econmica, concepo religiosa e poltica, nossa escola procura na medida do possvel atender as exigncias impostas por essas mudanas.

A senhora Alda de Aguiar Silveira, foi professora de histria e geografia e a primeira Diretora da Escola Normal Regional, instalada em 17 de janeiro de 1957, na poca formava-se professora do Ensino Primrio (1 a 4 sries). Os ensinamentos desta escola correspondiam aos estudos de 5 a 8 sries. Em 1958, foi denominada: Escola Normal Regional "Carlos Gomes". Em 1963, a professora Alda de Aguiar Silveira e outros professores batalhavam muito em defesa da criao da Escola Normal Colegial, pois os alunos j necessitavam de uma escola de 2 grau ( os formandos dos cursos: ginasial e Escola Normal Regional). Em de 10 de abril de 1964, instalou-se a criao da Escola Normal de 2 Grau Colegial Estadual "Carlos Gomes", e a professora Alda de Aguiar Silveira continuou como diretora.

Desde sua criao a Unidade Escolar "Alda de Aguiar Silveira", teve as seguintes diretoras:
* Edilma de Carvalho Bruning - anos de 1987 a 1990.
* Marlene Maria Carniel Silva - anos de 1991 a 2000
* Izabel Micheletti Passos - ano de 2001.
* Rosangela Aparecida Mendona - fevereiro a junho de 2002.
* Eliane Cristina Arenas - 20 de junho de 2002 at outubro de 2003
* Leila Gisela Santos Silva – outubro de 2003 a dezembro de 2004.
* Maria Gss Oliveira Malvezzi – 2005 at os dias atuais.
• APAE * Histrico da Entidade
A APAE Associao de Pais e Amigos dos Excepcionais, um movimento que se destaca no pas pelo seu pioneirismo. Nascida no Rio de Janeiro, no dia 11 de dezembro de 1954, na ocasio da chegada ao Brasil de Beatrice Bemis, procedente dos Estados Unidos, membro do corpo diplomtico norte-americano e me de uma portadora da Sndrome de Down. No seu pas, j havia participado da fundao de mais de duzentas e cinqenta associaes de pais e amigos; e admirava-se por no existir no Brasil, algo assim. Motivados por aquela cidad, um grupo, congregando pais, amigos, professores e mdicos de excepcionais, fundou a primeira Associao de Pais e Amigos dos Excepcionais APAE do Brasil. A primeira reunio do Conselho Deliberativo ocorreu em maro de 1955, na sede da Sociedade Pestalozzi do Brasil e esta colocou a disposio, parte de um prdio, para que instalassem uma escola para crianas excepcionais. O movimento logo se expandiu para outras capitais e depois para o interior dos Estados. Hoje, decorridos mais de quarenta anos, so cerca de mil e quinhentas, espalhadas pelo Brasil. o maior movimento filantrpico do Brasil e do mundo, na rea da deficincia. uma exploso de multiplicao, verdadeiramente notvel sob todos os aspectos, levando-se em conta as dificuldades de um pas como o nosso terrivelmente carente de recursos no campo da Educao e mais ainda, na rea de Educao Especial.

A APAE vem a ser constituda, por pais e amigos de uma comunidade significativa de alunos portadores de necessidades especiais, contando para tanto com a colaborao da sociedade em geral, do comrcio, da indstria, dos profissionais liberais, dos polticos, enfim, de todos quantos acreditam, apostam e lutam pela causa da pessoa portadora de deficincia.

No ano de 1986 foi fundada no Colgio Estadual "Carlos Gomes", uma sala especial para alunos com aprendizagem lenta, incluindo deficientes auditivos e deficientes mentais. Nesta sala foram selecionadas as professoras Maria do Carmo Batista da Silva e Luzia Coelho dos Santos, para fazerem especializao para atuarem neste campo educacional. Com a abertura da sala especial alguns pais solicitaram o atendimento educacional de seus filhos e foi impossvel integr-los, pois eles no eram alunos de sala especial e sim de escola especial. Da veio o interesse das professoras em ajudar de alguma forma estas crianas. Elas procuraram as autoridades municipais e foi criado um rgo de assistncia s crianas excepcionais e com esforos e pesquisas fundaram a Associao de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE.

Em 1990, foi realizada uma reunio no Clube Municipal de So Joo do Caiu, onde estavam presentes pessoas integradas e envolvidas com a APAE de Paranava e de outras localidades e formaram uma comisso ficando estabelecida a organizao e fundao da entidade APAE de So Joo do Caiu. Com o apoio do prefeito municipal Lourival Sampaio de Souza foram adquiridos meios, local e subsdios para que a escola pudesse funcionar. No dia 7 de outubro de 1991, a Escola Especial "Raio de Sol" - APAE foi inaugurada. Nesta poca a escola funcionava numa casa alugada pela prefeitura municipal at que a escola conseguisse seu prdio prprio. Como a escola no tinha recursos suficientes, a Prefeitura se props a pagar o salrio dos professores e funcionrios da escola. Atravs da Prefeitura Municipal conseguimos junto Secretaria de Estado da Educao a construo do prdio da escola, e em abril de 1993, mudamos para a sede prpria. Pela qualidade do atendimento e a conscientizao da comunidade o nmero de alunos vem s aumentando. So pessoas que buscam o melhor para seus filhos.
Total de alunos na APAE: 79 alunos.
* Diretoras que passaram pela APAE:
* Luzia Coelho dos Santos: 1991 a 1997.
* Renata Adriana Oliveira Campos: 1997 a 1998.
* Dirce Barivieira Passos: 1999 a 2004.
* Luzia Coelho dos Santos: 2005 at os dias atuais.

* Presidentes da APAE:
* Maria Jos dos Reis Coelho de Souza: 1990 a 1992.
* Snia Maria Aued: 1993 at janeiro de 2004.
* Dorivaldo B. Passos: janeiro/julho de 2004.
* Maria Marlene dos Santos: junho/dezembro de 2004.
* Lgia Maria Willemann Pedrazzoli: 2005 a 2007.
* Maria Jos dos Reis Coelho de Souza: 2008 at 2010.
• Escola Municipal Maria Cernaki- Ensino Fundamental.Histrico da Unidade Escolar
A Escola, Municipal Maria Cernaki mantida pela Prefeitura Municipal e administrada pelo Departamento Municipal de Educao, Cultura e Esportes de So Joo do Caiu - Estado do Paran. At o ano de 1992, o Ensino Fundamental referente s quatro sries iniciais e a Educao Especial, eram de responsabilidade do Estado e funcionavam no Colgio Estadual Carlos Gomes. A partir de 1993, o Municpio assumiu a municipalizao do Ensino Fundamental de 1 a 4 srie e Educao Especial, em cumprimento ao disposto no Artigo 211 da Constituio Federal, criando a Escola Municipal Maria Cernaki, atravs do Decreto Municipal n 1.147/92, em 08 de julho de 1992 e foi autorizada a funcionar pela Resoluo n 4.528/92, de 08 de dezembro de 1992, publicada na pgina 25, do Dirio Oficial n 3.924, do Estado do Paran. O nome "Maria Cernaki" foi escolhido para homenagear uma das primeiras professoras do nosso municpio, hoje falecida, que aqui lecionou at aposentar-se.

A Escola Municipal Maria Cernaki - Ensino Fundamental tem sua sede Rua Caetano Munhoz da Rocha, n 901, no Municpio de So Joo do Caiu, Estado do Paran. Em decorrncia da Municipalizao do Ensino Fundamental atravs da Lei Municipal n 881/92, e o Termo Cooperativo de Parcerias Educacionais n 315/93 celebrado entre ambos, a Secretaria de Estado da Educao cedeu o prdio para o Municpio, onde funciona a referida escola, ficando a manuteno e administrao sob a responsabilidade da Prefeitura Municipal de So Joo do Caiu - Estado do Paran. O mobilirio e todo material didtico do referido estabelecimento escolar pertencem Prefeitura Municipal.

Diante dos avanos educacionais ocorridos na ltima dcada com conseqentes mudanas no ensino, correspondentes ao nvel da transformao da sociedade brasileira, que garantem a qualidade de ensino e o acesso de todos ao conhecimento universal, independente de raa, cor, sexo, situao econmica, concepo religiosa e poltica, nossa escola procura na medida do possvel, atender as exigncias impostas por essas mudanas.

Desde a municipalizao a Escola Municipal Maria Cernaki, teve as seguintes diretoras:
* Ivanilda Arneiro Arcanjo: 1992 a 1994.
* Hilda Dias: 1995 a 20 de agosto de 2000.
* Osmarina da Silva Carniel Cavalcante: eleita pelo voto direto, empossada no dia 21 de agosto de 2000 at 13 de fevereiro de 2004.
* Edilma de Carvalho Bruning – Janeiro de 2005 a julho 2007.
* Leonice Martelli Barivieira de Oliveira – outubro de 2007 at os dias atuais.

A professora Maria Cernaki, cujo nome homenageado, nasceu na cidade de Lapa, Estado de So Paulo, no dia 17 de setembro de 1924, filha de Mihai Gulajas e Agati Maria. Era casada com o Senhor Jorge Cernaki.

A Escola Municipal Maria Cernaki - Ensino Fundamental tem por finalidade, atendendo ao disposto na constituio Federal e Estadual, na Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional e na Lei Orgnica do Municpio, ministrar o Ensino Fundamental (de 1 a 4 srie) e Educao Especial, observadas, em cada caso, a legislao e as normas especificamente aplicveis.
Tendo como fins:
I - Igualdade de condies para o acesso e permanncia na escola, sendo vedada qualquer forma de discriminao e segregao;
II - Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e saber;
III - Gratuidade do ensino pblico;
IV - Instituir um sistema escolar em que haja interao e participao democrtica de todos os seus componentes;
V - Efetivar a ao educacional valorizando a tica, a formao de atitudes, solidariedade e sentido com responsabilidade;
VI - Valorizao do profissional da educao escolar;
VII - Vinculao entre a educao escolar, o trabalho e as prticas sociais;
VIII - Garantia e valorizao de uma educao bsica unitria;
IX - Garantia de padro de qualidade.
• EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

A escola um dos espaos em que os educandos desenvolvem a capacidade de pensar, ler, interpretar e reinventar o seu mundo, por meio da atividade reflexiva. A ao da escola ser de mediao entre educando e os saberes, de forma a que o mesmo, assimile estes conhecimentos como instrumentos de transformao de sua realidade social. A educao de jovens e adultos - EJA proporciona o compromisso com a formao humana e com o acesso cultura geral, de modo que os educandos que no foram oportunizados do processo de escolarizao ou no puderam concluir seus estudos na idade regular venham a participar poltica e produtivamente das relaes sociais, com o comportamento tico e compromisso poltico, atravs do desenvolvimento da autonomia intelectual e moral.

O nmero de analfabetos e ou semi-analfabetos considerado alto em relao ao nmero de habitantes do municpio. Segundo os dados apresentados em 2004, no primeiro Encontro do Programa Paran Alfabetizado, realizados em Faxinal do Cu, So Joo do Caiu possua 745 habitantes considerados analfabetos. Alm do IBGE so realizados levantamentos peridicos destes ndices, atravs dos Agentes de Sade, que so arquivados em computadores nos Programas Sociais do governo.

Diante desta constatao, os programas existentes de Educao de Jovens e Adultos no atendiam as necessidades. Para reverter esta situao foi implantado, em todo estado no ano de 2004, pelo governo do estado o Programa Paran Alfabetizado.
O objetivo deste programa alfabetizar os alunos e encaminh-los para o EJA Fase I, sem nenhuma promoo. O aluno ingressar no Primeiro Perodo da EJA - Fase I.

Hoje, o municpio oferta EJA - Fase I (1, 2 e 3 Perodo), EJA - Fase II - Ensino Fundamental e Mdio, no perodo noturno e o programa Paran Alfabetizado no perodo noturno e vespertino, oferecido pelo Estado que procuram atender de maneira satisfatria a todos que no foram oportunizados de estudar e se encontram defasados na faixa etria que se encontram.

A EJA Fase I de mbito municipal e toda matrcula ou documentao escolar fica no sistema da secretaria da Escola Municipal como no Ensino Regular desde o primeiro semestre de 2006 quando a EJA foi implantada em todos os municpios. Nos anos anteriores o ensino Supletivo era semi-presencial e os alunos faziam exames de equivalncia no CEEBJA de Paranava. Qualquer pessoa podia se inscrever, mesmo estando fora da escola, e se aprovado avanar nos estudos. A EJA - Fase I seqenciada por Perodos, sendo que o Primeiro Perodo de 600 horas, o Segundo e o Terceiro Perodo de 300 horas, totalizando no final 1200 horas de curso.

As reas de conhecimento so: Portugus, Matemtica e Estudos da Sociedade e da Natureza. No Segundo e Terceiro perodo os alunos so avaliados como no Ensino Regular, em dois bimestres tendo que alcanar a mdia 6,0 em cada rea de conhecimento e ter 75% de freqncia. No Primeiro Perodo, no incio do ano, os alunos que j estudaram anteriormente ou tm conhecimentos alm do perodo, so avaliados nas trs reas de Conhecimento e reclassificados para o Segundo ou Terceiro Perodo. No meio do ano se efetuar matrcula o aluno pode ser classificado para o perodo que se adequar.

Os professores regentes participam regularmente dos cursos de capacitao oferecidos pelo municpio para o Ensino Regular. As maiorias dos professores que atendem esta clientela possuem Graduao, Ps-graduao e inclusive a especializao em Educao Especial. So lotados seguindo os critrios estabelecidos pela Secretaria Municipal de Educao. Os materiais didticos so disponibilizados aos alunos conforme a necessidade. Os livros didticos dos alunos nem sempre esto de acordo com a realidade dos alunos, sendo necessrio inclurem materiais diversificados nas aulas.

Na EJA Fase II - Ensino Fundamental e Mdio os alunos concluem em dois anos o Ensino Fundamental (5 a 8 srie) e em dois anos o Ensino Mdio. A carga horria distribuda por horas aulas diferenciadas de acordo com cada disciplina, que so ministradas uma de cada vez. Os professores regentes so lotados de acordo com sua rea de formao, segundo os critrios de distribuio de aulas do Ncleo Regional de Educao. As matrculas podem ser feitas no incio de qualquer disciplina oferecida no ano e os alunos matriculados ou no podem participar do Provo realizado duas vezes por ano nas disciplinas ofertadas, e se aprovado fica dispensado de cumprir a carga horria da mesma. Todas as matrculas efetuadas, documentao escolar so encaminhadas para a Escola Newton Guimares - Paranava, setor que coordena as turmas do municpio.

Os professores participam mensalmente de reunies pedaggicas em Paranava, com todos que coordenam este setor e recebem apostilas de acordo com a disciplina trabalhada. Por ser de mbito estadual o municpio contribui cedendo s salas de aula, o transporte escolar e contribui quando necessrio com a merenda escolar.

A EJA Fase I e Fase II - Ensino Fundamental e Mdio ofertado em salas da Escola Municipal Maria Cernaki, situada na Rua Caetano Munhoz da Rocha n 901, no Perodo Noturno. As salas de aula so arejadas e iluminadas com mobilirios adequados para os alunos. Eles no tm acesso Biblioteca ou a informtica. O municpio conta apenas com a Biblioteca Municipal que est localizada fora do ptio da escola e faz parte da Casa da Cultura. A escola possui sala de informtica apenas para atender os alunos de Sala Especial, no perodo diurno.
• PARAN ALFABETIZADO Teve seu incio no ano de 2004, com um total de 845 analfabetos no municpio, conseguiram 18 turmas distribudas em plos, zona rural, urbana e atendimento domiciliar. Na rea urbana so os seguintes locais de atendimento: Salo Paroquial, Conjunto Aeroporto, Cruzeiro do Sul, Escola Maria Cernaki, Colgio Estadual Carlos Gomes e na rea rural: Vila rural, Assentamento Taperiv, Acampamento So Fabiano. Este programa feito por edies com durao de 8 meses, estando na 5 edio. Este trabalho busca parceria com a prefeitura, sade com palestras de qualidade de vida.Os professores do Programa Paran Alfabetizado recebem capacitao em Faxinal do Cu e, alm disso, a coordenadora local participa periodicamente de encontros em Maring, repassando a seguir para os alfabetizadores. Para se inscrever precisam ter o Magistrio ou qualquer outro curso de Ensino Mdio para a zona rural. So selecionados de acordo com o tempo de servio no programa e Cursos de Capacitao que possuem. O programa no aprova os alunos para outras sries, seu objetivo alfabetizar, oferecer contedos bsicos aos alunos e encaminh-los para a EJA – Fase I.


A partir de 2007 todos os alunos da EJA tm acesso a merenda escolar, pois atravs do levantamento do Censo escolar realizado nos dados das matrculas com informaes estatsticas educacionais de mbito nacional realizada anualmente todos os nveis da Educao Bsica em seus diferentes nveis e modalidades so envolvidos. Todos os Programas da EJA possuem Proposta Pedaggica, que elaborada pelos professores e readequada periodicamente pela equipe pedaggica. Todo trabalho pedaggico embasado nesta proposta. Os alunos da EJA geralmente participam dos eventos programados pelo municpio, principalmente de palestras realizadas na Casa da Cultura relacionadas a sade e qualidade de vida.
• EDUCAO DISTNCIA

Com processo de universalizao e democratizao da educao, a educao distncia, passou a desempenhar um papel de suma importncia no campo educacional, pois desta forma tornou-se possvel atender as necessidades que na maioria das vezes impedem s pessoas de ter acesso educao, assim como a falta de tempo, disponibilidade de deslocamento, recursos financeiros etc.

De acordo com o Plano Nacional de Educao temos um grande paradoxo, isto , se de um lado temos a educao distncia como meio de universalizao e democratizao do ensino, temos por outro lado todo um complexo que envolve no s a qualidade de programas educacionais voltados a essa rea, como tambm a garantia de acesso generalizado a esses tipos de programas.


* CND – Curso Normal Distncia

O curso CND - Curso Normal Distncia do IESDE, vinculado ao Colgio Joo Bagozzi de Curitiba teve seu incio em abril de 2003, sendo concludo em maro de 2005. Nvel de 2 grau. As tutoras foram Veranilde Micheletti Bazani e Sueli Aparecida Salvadego guila.As 21 alunas que concluram o curso foram:

* Anenilda Alves Teixeira.
* Ceclia Carvalho do Nascimento dos Santos.
* Claudia Moreira Arneiro.
* Daniella Aparecida Miqueletti Nunes Pereira.
* Divanira de Cares Silva Arneiro.
* Edilse Maria Ramos.
* Edna Jacia Pim.
* Edna Marcucci Arago.
* Eunice Maria Silva.
* Gislaine Fermiano de Abreu Francisco.
* Juliana de Ftima Biscola Ribas Silva.
* Keila Cristina da Silva Cardoso
* Maria Aparecida dos Santos
* Maria Elenilda Batista dos Santos
* Maria Elisabete Vieira dos Santos
* Marly Sirlene Marques da silva
* Rosalina Rodrigues de Lima
* Roselilse Liliane Colombo Marques
* Rutte Ferreira dos Passos
* Sara de Souza
* Vera Lucia Alves da Rocha
Curso Normal Superior Distncia
Foi realizado um levantamento de dados sobre a educao distncia neste municpio e ficou constatado que o primeiro curso EAD, deu-se por necessidade de atender aos professores que no tiveram acesso ao ensino superior, foi realizado um convnio com a Universidade Estadual de Maring (UEM) e o municpio formou a primeira turma do curso Normal Superior a Distncia no ano de 2003.
A primeira turma do Normal Superior Distncia iniciou-se no ano de 2003, sob a coordenao das tutoras Sandra Smecelato e Elizabete Gonalves da Silva, tendo no total 10 alunas abaixo citadas:

* Brasilina Santana Cancelieri
* Edite dos Santos Zonta
* Eliane Aparecida Pereira
* Ivanda Mascarenhas Batista Alves
* Ivanilde Mataroli de Godoy
* Juvenete Aparecida dos Santos Souza
* Maria Goss Oliveira Malvezzi
* Osmarina da Silva Carniel Cavalcante
* Rosngela Aparecida Silva
* Vera Anice Gonalves
A segunda turma teve incio em 2006 coordenada pela tutora Veranilde Micheletti Bazani, com 28 alunas:

* Anenilda Alves Teixeira
* Cassia Fernanda de Souza
* Cleuza Rodrigues de Lima Nascimento
* Divanira de Caires Silva
* Elenice Maria da Silva Ribas
* Eliana Aparecida Gusmo
* Ftima Vieira dos S. P. de Souza
* Gisiele Mioranza Barbo
* Gislaine Fermiano de Abreu
* Ivanilda Arneiro Arcanjo
* Izabel Micheletti Passos
* Janete Lima Bazani Nogueira
* Juliana de Ftima Biscola Ribas Silva
* Keila Cristina da Silva Cardoso
* Luciana Gomes Terra
* Maria Aparecida dos Santos Bazani
* Marilene da Silva Cambiriba
* Marlene Taioque de Andra Silva
* Nanci Maria Silva
* Rosana de Sousa
* Roseli de N. do P. de Vasconcelos
* Roseli dos Santos Correa
* Roselilse Liliane Colombo Marques
* Rosemeire Izidoro de Lima
* Rozangela A. Palermo Passos
* Sara de Souza
* Tania Aparecida Zanueli Arneiro
* Viviane da Silva Piovesan
A terceira turma do normal superior iniciou no ano de 2007, coordenada pela tutora Edilia Ferreira de Assis tendo 19 alunas.

* Ana Cristina de Almeida Buss.
* Ceclia Carvalho do Nascimento
* Cludia Gomes Rocha
* Daniella Aparecida Miqueletti Nunes Pereira
* Dirce Barivieira Passos
* Edna Marcucci R. Arago
* Eliete Ferreira da Silva Romio
* Irades Ferreira dos Santos
* Ivanilza Dias da Silva Viana
* Izabel Aparecida Francisco Dourado
* Leandro Donizete Mendes
* Maria Severina Capatto
* Maria Aparecida do Nascimento
* Monia Andrezza Duarte Santos
* Noemia dos Santos Silva
* Patrcia dos Santos Silva
* Priscila Pereira dos Santos
* Sueli Aparecida dos Santos Frigo
* Vanda Ferreira
RELIGIÕES
• Igreja Catlica Apostlica Romana A parquia de So Joo do Caiu, tendo como padroeiro So Joo Batista, foi criada em 01 de novembro de 1955, por Dom Geraldo de Proena Sigaud, Bispo de Jacarezinho, desmembrada da parquia de Alto Paran, o primeiro proco foi o Padre Marcos Alija Ramos, nesta poca a parquia possua seis capelas, a Capela Nossa Senhora Aparecida, So Francisco, Setor Dona Mara, Setor Santa Luzia, Setor Campo Santo e Setor Guararuba (fazenda). A parquia hoje tem um patrimnio paroquial composto por Igreja, Casa Paroquial, Salo Paroquial, Centro Catequtico e o Centro Social So Joo Batista, o Padre Claudiomar Cardoso o atual proco. A principal festa da parquia a festa do padroeiro que se realiza no ms de junho.

O primeiro batismo foi realizado no dia 23 de novembro de 1952 de Francisco Pereira da Silva, filho de Jos Bento da Silva e Maria Pereira e Casamento no dia 15 de abril de 1957 de Jaime Tavares dos Santos e Onci Lopes.

A histria da Igreja Catlica Apostlica Romana cobre um perodo de aproximadamente dois mil anos, e uma das mais antigas instituies religiosas em atividade, influindo no mundo em aspectos espirituais e religiosos, morais, polticos e scio-culturais. O atual Papa Bento XVI (nome de batismo Joseph Ratzinger) eleito em 19 de Abril de 2005. O Papa tambm conhecido como sucessor do apstolo Pedro, sendo este o perptuo e visvel princpio e fundamento da unidade da Igreja Universal. O Papa o vigrio de Cristo, cabea do colgio dos Bispos e pastor de toda a Igreja, sobre a qual, por instituio divina, teria poder pleno, supremo, imediato e universal.

A Igreja define-se pelas palavras do Credo, como:
* una - porque nela subsiste a nica instituio verdadeiramente fundada e encabeada por Cristo para reunir o povo de Deus, porque tem como alma o Esprito Santo, que une todos os fiis na comunho em Cristo e porque tem uma s f, uma s vida sacramental, uma nica sucesso apostlica, uma comum esperana e a mesma caridade;
* santa - porque a Noiva de Cristo "se tornar Esposa quando se derem as bodas celestiais" (Cristo entregou-se por ela), por sua ligao nica com Deus, o seu autor, e que visa, atravs dos sacramentos, santificar, purificar e transformar os fiis;
* catlica - porque universal, espalhada por toda a Terra, portadora da integralidade e totalidade do depsito da f e nela est presente Cristo ("Onde est Cristo Jesus, a est a Igreja Catlica", citao de Santo Incio de Antioquia);
* apostlica - porque ela fundamentada na doutrina dos apstolos cuja misso recebeu sem ruptura.


• Congregao Crist no Brasil Fundada no Brasil em 1910 no Estado do Paran na cidade de Santo Antnio da Platina pelo italiano Louis Franciscon. Em So Joo do Caiu comeou num stio, em 1953 foi construda a primeira igreja na Rua Maring. Com o aumento dos membros e aquisio de um terreno foi construda uma de madeira onde hoje a sede na Rua Silvestre Tarniovi, onde os cultos so realizados s quartas-feiras, sbados e domingos s dezenove e trinta horas. O primeiro cooperador foi Joo Bernardinelli, depois Jos Arneiro Filho (Zico Arneiro), David. Rodrigues, Geraldo Figueiredo e o atual Jos Ramos. Hoje tem uma mdia de duzentos membros e mantida por uma coleta chamada manuteno que uma doao espontnea e voluntria feita pelos membros para pagamento de gua, luz, material de limpeza e higiene. Temos tambm coleta para construo,reforma e reparo nas igrejas,coleta de viagem para os irmos atenderem as obras como batismos e santas ceias, coleta da piedade para atender os doentes e menos favorecidos.

A igreja central regional em Paranava, onde se encontram os ancios, secretrio, tesoureiro e conselheiros fiscais e toda a documentao que regulamenta seu funcionamento. Em todas as igrejas tem uma orquestra onde os msicos estudam e tocam nos cultos com seus instrumentos, estes instrumentos so adquiridos pelos msicos e tocam sem receber salrio, s pelo prazer de louvar a Deus enquanto que a irmandade canta acompanhando a orquestra com um hinrio composto de quatrocentos e cinqenta hinos inspirados na Bblia.
Alguns Pontos de Doutrina e da F Crist:
* Ns cremos na inteira Bblia e aceitamo-la como infalvel Palavra de Deus inspirada pelo Esprito Santo. A Palavra de Deus a nica e perfeita guia da nossa f e conduta, e a ela nada se pode acrescentar ou diminuir. tambm o poder de Deus para salvao daquele que cr. (II Pedro, 1:21;II Tim.,3:16,17; Rom.1:16).
* Ns cremos que h um s Deus vivente e verdadeiro, eterno e de infinito poder, Criador de todas as coisas, em cuja unidade h trs pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Esprito Santo. (Ef.,4:6;Mat., 28:19; I Joo, 5:7).
* Ns cremos que Jesus Cristo, o Filho de Deus, a Palavra feita carne, havendo assumido uma natureza,no ventre de Maria virgem, possuindo ele por conseguinte,duas naturezas , a divina e a humana. (Luc., 1:27,35; Joo 1:14; I Pedro 3:18)
* Cremos que a regenerao, ou no novo nascimento,s se recebe pela f em Jesus Cristo, que pelos nossos pecados foi entregue e ressuscitou para nossa justificao.(Rom.,3:24 e 25; I Cor.,1:30; II Cor., 5:17).
* Cremos no batismo na gua, com uma s imerso, em Nome de Jesus Cristo e em nome do Pai ,do Filho e do Esprito Santo.(Mat., 28:18,19).
* Cremos na Santa Ceia. “Jesus Cristo na noite em que foi trado, tomando o po e havendo dado graas, partiu-o e deu-o aos discpulos dizendo: ‘‘Isto o meu corpo, que por vs dado; fazei isto em memria de mim.” Semelhantemente tomou o clice, depois da ceia, dizendo: ’’Este clice o Novo Testamento no meu sangue que derramado por vs.” (Lucas 22:19,20; I Cor.,11: 24,25).
* Ns cremos que haver a ressurreio corporal dos mortos, justos e injustos. Estes iro para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna. (Atos, 24:15;Mat.,25:46).
• Igreja Pentecostal Deus Amor uma denominao brasileira originria da segunda onda do Pentecostalismo. A sua membresia foi estimada em 20.000.000 aderentes, servidos por cerca de 20.000 igrejas, a maioria reunida em prdios comerciais. Seus membros, tanto homens como mulheres, so doutrinados renunciar os desejos errados (chamados de vaidades carnais e pecaminosas) e se consagrarem a Deus em santificao no s da alma e do esprito, mas tambm do corpo. A IPDA tem uma grande penetrao entre as comunidades mais carentes do Brasil, ainda que seus programas de rdio, pertencente cadeia de intitulada “Voz da Libertao” atinjam diversos pases do mundo (principalmente pelo uso de programas de rdio via satlite e internet).

Fundada em 03 de Junho de 1962 pelo Missionrio David Martins Miranda. Com sede Mundial situada na Avenida do Estado 4568 em So Paulo, capital, mas existe em todo o mundo. Em So Joo do Caiu na Avenida Rio Branco n 556. Fundada em 1991 sendo o primeiro Pastor Pedro Costa Macedo. Hoje o Pastor Rafael Aparecido de Freitas. Os cultos so nas quartas-feiras, sextas-feiras e sbados partir das dezenove horas. Segundo o Pastor Rafael a igreja mantida por doaes dos fiis. A doutrina baseada na Bblia Sagrada. Os batismos so feitos nos rios pelos presbteros em Paranava.Os casamentos so nas prprias cidades.

• Igreja Evanglica Assemblia de Deus Fundada na Noruega. Em 11 de Julho de 1908 no Brasil por Daniel Bergem e Gurinarnar Vingren e sua esposa Frida Vingren no Par em Belm. A sede em So Paulo no Bairro do Belm e o Presidente Wellington Bezerra, e hoje se expandiu para o mundo todo.
Em So Joo do Caiu est situada na Avenida Rio Branco 340 seu primeiro presbtero foi Pedro Queiroz e o atual o senhor Edmundo Pereira. Os cultos so s quintas-feiras. Sbados e domingos as dezenove e trinta horas aberto ao pblico e nas teras-feiras tem encontro dos fiis para ensinamentos. A igreja mantida por ofertas aladas e dzimos para quem quer fazer esse tipo de doao.
Quanto a doutrina baseada na baseada na Bblia Sagrada e os dez mandamentos se resume em dois “Amar a Deus sobre todas as coisas e o prximo como a ti mesmo”. Cr no batismo do Esprito Santo em falar em linguagens dos anjos e em todos os dons. Cremos que Deus o Pai criador de todas as coisas e enviou seu filho Jesus Cristo para morrer por todo aquele que crer. O batismo a partir dos dez anos por imerso com curso para preparao e solteiros da mesma doutrina.Esses relatos foram transmitidos pela senhora Celina Mariusso.
• Igreja Batista Renovada
Situada a Avenida Cruzeiro do Sul, n. 07, fundada em 07 de fevereiro de 2007. O nome do fundador e atual pastor o Senhor Andr Luiz da Silva, os dias de culto- domingo, quarta-feira e sexta-feira as 19h30min. A Igreja mantida pelos fiis.
A doutrina cumprir a palavra de Deus (Salmo 119:105). O batismo por imerso e submerso, o casamento cvico e religioso.

• Comunidade Evanglica Adonai

Essa igreja foi fundada no Brasil, na cidade de Paranava no ano de 2001. Em So Joo do Caiu fica na Avenida Rio Branco 703 e foi fundada em 16 de Novembro de 2007 e o Pastor atual o senhor Arlindo Zavinho Arago. Os cultos so as quartas, sextas-feiras e domingos das 19h30min s 21h45min h e Segundo ele a doutrina da igreja a Bblia Sagrada e os batismos so realizados na gua e os casamentos podem ser na igreja ou outro lugar dependendo das condies dos noivos. A igreja mantida por dzimos e ofertas (Malaquias 3:10 ).
• Igreja Evanglica Missionria S o Senhor Deus Foi fundada no Brasil, em Maring ( sede mundial) em 13 de Agosto de 1974, mas j existe em outros pases como Argentina,Paraguai, Holanda e Bolvia. Em So Joo do Caiu est situada na Rua Maraj 276 e o primeiro Pastor foi o senhor Paulo e o atual o senhor Roberto Ferreira Campos, os cultos so aos domingos das 19h00min s21h00min, as quartas e sextas-feiras das19h30min s 21h30min. Os casamentos so no cartrio, depois na igreja ou onde os noivos desejarem. No batiza crianas, mas so apresentadas a Deus. O batismo em nome do Pai, Filho e Esprito Santo em guas correntes. A igreja mantida com dzimos e ofertas. A igreja reconhece, declara e tem por crena doutrinria que:
* O seu nico chefe espiritual Jesus Cristo, Nosso Senhor, e que para o seu governo e disciplina segue os ensinamentos da Bblia Sagrada;
* As Escrituras Sagradas, compostas do Antigo e Novo Testamentos, so inteiramente
inspiradas por Deus,infalveis na sua composio original e completamente dignas de confiana em quaisquer rea que venham a se expressar,sendo tambm a autoridade final e suprema da f e conduta;
* H um s Deus eterno, poderoso e perfeito, distinto em sua trindade: Pai, Filho e Esprito Santo;
* Jesus Cristo nasceu do Esprito Santo e da Virgem Maria, verdadeiro Deus e verdadeiro homem; o nico mediador entre Deus e o homem; somente Ele foi perfeito em natureza, ensino e obedincia;
* O Esprito Santo o regenerador e santificador dos redimidos, o doador dos dons e frutos espirituais, o Consolador permanente e Mestre da Igreja;
* Em Ado a humanidade foi criada imagem e semelhana de Deus. Atravs da queda de Ado, a humanidade tornou-se radicalmente corrupta, distanciada de Deus e desintegrada de seu corao. A necessidade premente o homem a restaurao de sua comunho com Deus, a qual o homem incapaz de operar por si mesmo;
* Salvao eternal, dom de Deus, tem sido providenciada para o homem unicamente por sua graa e atravs da morte vicria de Jesus Cristo. F o meio pelo qual o crente se apropria dos benefcios da salvao da Sua morte;
* Jesus Cristo ressuscitou fisicamente dentre os mortos; ascendeu aos cus e voltar na
consumao do sculos para julgar tanto justos como injustos;
* Punio eterna,incluindo separao e perda de conho com Deus, o destino final e irregenerado(homem) e satans com todos os seus anjos;
* A igreja crist,que o corpo e a noiva de Cristo, consagrada adorao e ao servio de Deus, atravs da proclamao fiel da palavra,a prtica de boas obras e a observncia das ordenanas: o batismo e a celebrao da ceia do Senhor;
* A tarefa da igreja ensinar todas as naes,fazendo que o Evangelho produza frutos em cada aspecto da vida e do pensamento.A misso suprema da Igreja a salvao das
almas.Deus transforma a natureza humana,tornando-se isto ento o meio para a redeno da sociedade dos sculos para julgar tanto justos como injustos;

• Testemunhas de Jeov

Fundada nos Estados Unidos da Amrica na dcada de 1870 em Allegheny, Pensilvnia, agora parte de Pittsburgh. Hoje h cerca de 6.000.000 de Testemunhas em mais de 230 pases. Em So Joo do Caiu se encontra situada na Rua Santo Pedrazolli 342 e o responsvel chamado de “ancio”, ou seja, pessoa madura em sentido espiritual chama-se Jos Roberto Susart, esta congregao local tem cerca de doze anos em nossa cidade. E o primeiro ancio foi o senhor Jos da Silva Alves em 2003. A igreja mantida por donativos voluntrios (II Cor. 9:7). Os encontros so nas teras, quintas e sbados sempre s dezenove horas e trinta minutos.

Os batismos so por imerso em gua corrente ou piscinas e so realizados em Reunies maiores que chamamos de Assemblias ou Congressos. Quanto aos casamentos, seguindo a norma bblica de Romanos 13:1 onde nos incentiva a obedecer s autoridades, so realizados no cartrio civil e depois segue pra o Salo do Reino das Testemunhas de Jeov local para uma palestra bblica.
Alguns pontos de crenas e doutrinas:
* A Bblia a palavra de Deus e a verdade.
* A Bblia mais confivel que a tradio
* O nome de Deus Jeov.
* Cristo o filho de Deus e inferior a Ele.
* Cristo foi primeira criao de Deus.
* Cristo morreu numa estaca no numa cruz.
* A vida humana de Cristo foi paga como resgate pelos humanos obedientes.
* O sacrifcio nico de Cristo foi suficiente.
* Cristo foi levantado dos mortos como pessoa espiritual, imortal.
* A presena de Cristo em esprito.
* Estamos agora no tempo do fim.
* O Reino sob Cristo governar a terra em justia e paz.
* A terra nunca ser destruda, nem ficar despovoada.
* Os inquos sero destrudos para sempre.
* Os que Deus aprova recebero vida eterna.
* A morte humana deve-se ao pecado de Ado.
* O inferno a sepultura comum da humanidade.
* A esperana para os mortos a ressurreio.
* Oraes devem ser dirigidas s a Jeov, mediante Cristo.
* No se devem usar imagens na adorao.

Estes pontos de doutrinas foram extrados de um folheto de nome “Em que crem as Testemunhas de Jeov, e as informaes pelo casal Jos Roberto Susart e Greyce”.

• Igreja Adventista do Stimo Dia

O incio da igreja foi no ano de 1844, mas sua organizao s aconteceu em maio de 1863 na cidade Battle Creek, no estado de Michigan nos Estados Unidos da Amrica. Em So Joo do Caiu foi fundada em fevereiro de 2000, seu primeiro pastor foi o senhor Issac de Almeida. A igreja mantida com os dzimos e ofertas voluntrias dos fiis.O batismo por imerso, somente um pastor Ungido (aprovado pela organizao) ou Ancio quando tambm aprovado pela organizao pode realiz-lo. O casamento feito primeiro no civil e depois na igreja, s casamos pessoas na igreja desde que elas no tenham praticado relao prmarital.A igreja em nossa cidade este localizada a rua Luiz Arneiro, n. 976, os dias de culto so aos sbados as 9:00h; domingos e quarta-feira as 20:00h seu pastor atual o senhor Ismael Rosendo Landin, o qual nos forneceu estas informaes.

• Umbanda

Umbanda o nome de uma religio afro-brasileira que mistura ensinamentos do Espiritismo de Alan Kardec, do catolicismo e de seitas trazidas pelos escravos africanos. “Uma reunio de fiis para um ritual de umbanda chamada de Sesso”, dirigida por um homem (Pai de Santo) ou por uma mulher (Me de Santo) tambm chamados de Chefe de Terreiro. De acordo com a crena eles poderiam incorporar espritos de pessoas mortas chamadas “Entidades”. Esses espritos podem ser caboclos (ndios), figuras religiosas,doutores,negros africanos ou brasileiros ( “Pretos Velhos”, “Pai Joaquim”, “Pai Arruda”, “Tia Joana”,etc). Estas incorporaes acontecem durante as sesses no “terreiro”, “centro” ou “tenda”, um aposento grande com um altar, onde os membros cantam “pontos”,danam ou apenas pedem conselhos entidade. Durante a sesso o chefe de terreiro ajudado por homens e mulheres chamados “Filhos de Santo” ou “Cambonos”. errado chamar Umbanda de “macumba”, pois macumba outra religio afro-brasileira denominada “Quimbanda” ou “magia negra”.

No ano de 1960 surgiu na cidade o terreiro de Umbanda Pai Joo num prdio de alvenaria que realizava sesses de benzimentos as segundas, quartas e sextas-feiras, segundo a Sr. Virgilina de Jesus M. Valentim, atraindo um grande nmero de pessoas, inclusive de outros municpios. Esse terreiro conhecido na comunidade como Sarav, foi destrudo no ano de 1963, por pessoas da comunidade, contrrias referida prtica, pois segundo diziam, Sarava era coisa do mal. A prtica da Umbanda ficou restrita a algumas residncias tendo ressurgido em 1980 com a Tenda de Umbanda Joo Boiadeiro Capito da Mata, registrado na Federao Nacional de Umbanda. Situado na Rua Maraj n. 26. Segundo a chefa Maria Nomia da Conceio dos Santos j atraiu muita gente, chegando a contar com 30 mdiuns. Hoje poucos freqentam o terreiro onde o trabalho chamado Gira realizado s sextas-feiras. Os benzimentos so feitos em nome de Deus pelo guia Boiadeiro e no final chamado o guia chefe Davi Alves. Ela disse tambm estar disposio da comunidade para realizar benzimentos a qualquer dia e a qualquer hora. O dia do Boiadeiro comemorado no dia 25 de Junho com festa.• Igreja Comunidade Evanglica Brasil Misses Internacionais (ICEBRAMI) A Igreja Comunidade Evanglica Brasil Misses Internacionais foi fundada no dia 19 de abril de 1999 em So Joo do Caiu. Seu primeiro pastor em So Joo do Caiu foi Alcio Carniel da Silva, sendo o atual seu irmo Alan Carniel da Silva o qual nos ajudou neste trabalho colaborando com as informaes necessrias para a realizao do mesmo. Informou que os recursos para a manuteno da Igreja so oriundos do dzimo, ofertas e contribuies de seus membros ou de terceiros, por ato de f e por liberdade cuja origem seja compatvel com os princpios do Evangelho. Bblia Malaquias 3:B-10; Mateus 23:23 e II Corntios 9:7.

Citou algumas das doutrinas fundamentais da sua Igreja (ICEBRAMI):
1) Cremos em um s Deus, eternamente subsistente em trs pessoas: O Pai, Filho e Esprito Santo. Bblia Deteronmio 6:4; Mateus 28:19; Marcos12:29.
2) Cremos na inspirao verbal da Bblia Sagrada, nica regra infalvel de f normativa para a vida e o carter cristo. Bblia II Timteo 3:14-17.
3) Cremos na concepo virginal de Jesus em sua morte vicria e expiatria, em sua ressurreio corporal dentre os mortos e sua asceno vitoriosa aos cus. Bblia (Romanos 8:34; Isaas 7:14 e Atos 1:9.
4) Cremos na pecaminosidade do homem que o destituiu f e glria de Deus, e que Cristo que pode restaur-lo a Deus. Bblia Romanos 3:23 e Atos 3:19.
5) Cremos na necessidade absoluta do novo nascimento pela f em Cristo e pelo poder atuante do Esprito Santo e da palavra de Deus, para torna o homem digno do reino dos cus. Bblia Joo 3:3-8.
6) Cremos no perdo dos pecados na salvao presente e perfeita e na eterna justificao da alma recebidos gratuitamente de Deus f no sacrifcio efetuado por Jesus Cristo em nosso favor. Bblia Atos 10:43; Romanos 10:13; Romanos 3:23-26 e Hebreus 5:3.
7) No Batismo bblico efetuado por imerso do corpo inteiro uma s vez em guas, em nome do Pai, Filho e Esprito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo. Bblia Mateus 28:9; Romanos 6:1-6 e Colossenses 2:12.
8) Cremos na necessidade e na possibilidade que temos de viver a vida santa mediante a obra expiatria e redentora de Jesus no calvrio, atravs do poder regenerador, inspirados e santificador do Esprito Santo, que nos capacita como fieis testemunhas do poder de Cristo. Bblia Hebreus 9:14 e I Pedro 1:15.
9)No batismo bblico no Esprito Santo que nos dado por Deus mediante a intercesso de Cristo, com a evidncia inicial de falar em outras lnguas, conforme a sua vontade. Bblia Atos 1:5; Atos 10:44-46; Atos 10:1-7.
10) Na atualidade dos dons espirituais distribudos pelo Esprito Santo na Igreja para sua edificao, conforme a sua soberana vontade. Bblia Corntios 12:1-12.
11) Na segunda vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira e invisvel ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da grande tribulao. Segunda visvel e corporal, com a sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos. Bblia I Tessalonicenses 4:16-12; I Corntios 15:51-54; Apocalipce 20:4; Zacarias 14:5, Judas 14.
12) Que todos os cristos comparecero ante o tribunal de Cristo, para receber recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra. Bblia II Corntios 5:10.
13) No juzo vindouro que recompensar os fiis e condenar os infiis. Bblia Apocalipse 20:11-15.
14) Na vida eterna de gozo e felicidade para os fiis e de tristeza e tormento para os infiis. Bblia Mateus 25:46.
Falou que o batismo efetuado por imerso do corpo inteiro uma s vez em guas, em nome do Pai, do Filho e do Esprito Santo, realizado em lugares prprios tanto naturais (rios ou lagos) como em lugares artificiais (tanques, piscinas) desde que no gere riscos aos candidatos ao batismo... Obs: e desde que o candidato tenha uma idade adequada.O casamento feito cerimnia pr-agendada, onde o ministro (Pastor) inicia com orao, l e explana a palavra de Deus (Bblia), os noivos fazem seus votos, h louvores em aes de graa por mais uma famlia constituda e termina com o ministro citando a beno apostlica, habitualmente so realizados no templo, mas pode ser tambm em outro lugar, desde que seja oportuno para a ocasio.E para encerrar disse-nos que j existem duas filiais de sua Igreja, uma em Ivat e outra em Sarandi.Informa que os cultos so realizados em sua sede situada na Rua Vereador Luiz Ximenes, n 500, as quartas-feiras e sbados as 20:00h e aos domingos as 19:30h
ESPORTE, CULTURA E LAZER
O esporte pode ser realizado como entretenimento, por prazer, ou at mesmo por profissionalismo. Sendo assim, destacam-se no municpio alguns movimentos e locais esportivos, em que se realizam atividades esportivas como:
• Ginsio de Esportes Tancredo Neves
O Ginsio de Esportes Tancredo Neves foi inaugurado no ano de 1989, na administrao do prefeito Cludio Pauka, e destinado a prtica de esportes de todos os tipos bem como apresentaes artsticas, religiosas e culturais.
Ginsio de esportes (1989) (fonte: prpria).
• Estdio Municipal Adolfo FernandeS

Nele so realizados torneios municipais, campeonatos regionais e amadores. Tambm realizado um projeto com crianas de 6 a 17 anos, na qual aprendem a jogar futebol. um projeto ligado assistncia social visando tirar crianas da rua.
Estdio Adolfo Fernandes -So Joo do Caiu-1973 • Buracan

um local destinado a prtica de futebol, onde uma vez por ano realizado um torneio de campeonato amador intermunicipal.
• Hipismo; corrida de cavalo (raia), realizado em So Joo, na dcada de 60,era Competio do melhor cavalo, o melhor cavaleiro, etc • Jogos colegiais

Os jogos colegiais um acontecimento onde h competio que envolve varias modalidades de esporte, como o atletismo, vlei, basquete, xadrez, futsal, handebol, etc. Os jogos acontecem uma vez por ano, onde as equipes competem, passando pelas fases: municipal, regional e macro regional.

No atletismo, da fase regional os vencedores vo para final em Curitiba e de Curitiba para as Olimpadas e assim o vencedor da fase final disputara os jogos sul-americanos no Chile. Em 2005, atletas de So Joo do Caiu chegaram final em Curitiba com uma equipe feminina de vlei j, 2006, com a equipe de basquete chegou nas 4de finais.

Os jogos escolares acontecem uma vez por ano, mas os atletas participam de vrias outras competies, como: o Circuito SESC, Circuito de rua, Prova Rstica Tiradentes e festivais de Atletismo. As equipes so treinadas pelas professoras Vilma Zonta e Fernanda Zerbinato. Juntamente ligado aos jogos escolares realizado um projeto onde visa tirar crianas e jovens da rua.Atravs desse projeto descobriu se grandes talentos no esporte, como: o jovem Fernando Arcanjo do Prado (atletismo), Rosiane Souza Constantino (atletismo), Nayara da Paz Cajueiro (atletismo) e muitos outros que esto surgindo. O projeto conta com apoio somente da prefeitura municipal, o que e lamentvel, pois muitos dos atletas precisam trabalhar para ajudar suas famlias, e assim no podendo dedicar-se mais ao atletismo.
• Cultura

Entende se por cultura o conjunto de caractersticas humanas que no so inatas e que se criam e se preservam ou aprimoram atravs da comunicao e da cooperao entre indivduos em sociedade. a parte ou aspecto da vida coletiva relacionados produo e transmisso dos conhecimentos criao intelectual e artstica. Assim h, em So Joo do Caiu estabelecimento e atividade culturais como;

• Casa da Cultura Leonidio Veltrini

Foi inaugurada dia 26 de novembro de 2006, na administrao do prefeito Cludio Pauka 2004/2008. Sendo um patrimnio pblico destinado para encontros, palestras, teatros etc.
• Carnaval; no carnaval do municpio se destacam quatro principais blocos; Teso, Mamiona, BBB e Banda louca, fazendo muita festa e folia como em todo carnaval brasileiro.
Bloco Banda Louca um bloco onde as pessoas se pintam de xadrez preto e se vestem de saco de estopa, essa idia surgiu em 1963, atravs de Amil Aued Filho e desde ento a tradio vem sendo mantida em todos os carnavais, tendo no comando atualmente Deni Passos (fonte Deni Passos).
• Teatro
Na dcada de 60, surgiu em So Joo do Caiu o grupo de teatro Geta. O grupo foi um dos pioneiros (em teatro amador), do Paran. Sendo assim ficou conhecido no estado do Paran e em Santa Catarina.
• Lazer
Lazer pode ser definido como o tempo que se pode dispor livremente, uma vez cumprido os afazeres e trabalho habituais. Atividades praticadas nesse tempo, divertimento, entretenimento, distrao ou recreio tona se um momento de lazer. Desta forma veremos alguns pontos de lazer do municpio.


• Pesque-Pague; localizado prximo rea urbana, de fcil acesso, um local gradvel para famlia e com parquinho para crianas.
• Clube Municipal; local onde se realizam bailes, brincadeiras danantes e outros
acontecimentos, inclusive encontros da terceira idade.
• AATL; local onde so realizados bailes e eventos de todos os gneros como: encontros religiosos, festas de casamentos, etc.• Clube do Lagoa; local de festas e bailes, mais popularmente conhecido como forr.• Piscina; a piscina um estabelecimento privado, na qual tem seus associados. Porm l acontecem festas, sendo a mais conhecida como baile do Hawa.• Parque de Exposio; um local destinado s exposies, rodeios e festas de peo. Acontece rodeio duas vezes por ano.• Prainha; conhecida como “prainha dos macaquinhos”. Localiza-se a 12 km de So Joo do Caiu. Com local para camping, churrasqueiras e local para banhistas.
Prainha dos Macaquinhos
• rea de Lazer Pblica Calado
Est localizado no centro da cidade, neste local se encontram vrios estabelecimentos comerciais como: bares, lanchonetes sorveterias etc.. E tambm ponto de encontro de pessoas nos finais de semana.
• Praa da RodoviriaLocal arborizado com bancos e quiosques onde os idosos adeptos do baralho se encontram para um jogo no fim da tarde. Na praa tambm acontecem feiras de vrios gneros alimentcios. • Praa da Igreja
Essa praa conhecida por seus canteiros floridos. Nesta se encontra uma quadra, onde crianas brincam e os alunos da Pr-escola fazem suas atividades de Educao Fsica.
Praa da Igreja Catlica (fonte: prpria).

• Praa Lucio Marques
Esta sem dvida a mais bela, localiza-se na no centro da cidade no meio da Avenida Rio Branco e da Avenida Souza Naves.
SÍMBOLOS DO MUNICÍPIO
Os smbolos do Municpio de So Joo do Caiu, Paran, foram institudos pelo Sr. Cludio Pauka, dignssimo Prefeito Municipal, conforme a lei n. 707 de 14 de junho de 1984.

So os smbolos de So Joo do Caiu:
• A Bandeira Municipal
• O Braso Municipal
• O Hino Municipal

• Bandeira Municipal

A Bandeira e o Braso de Armas, executados corretamente. Vem dignificar o municpio. De conformidade com as regras Heraldistas, a Bandeira Municipal ter as dimenses oficiais adotadas para a Bandeira levando-se em considerao 14(quatorze) Mdulos de altura, por 20(vinte) mdulos de comprimento do retngulo. A Bandeira Municipal poder ser reproduzida, sempre observando as medidas modulares. Como de bom estilo em Vexilologia e Herldica, ficar a Bandeira do Municpio de So Joo do Caiu, Paran, dentro da maior simplicidade, de maneira que qualquer criana em idade escolar possa desenh-la e reproduzi-la.
A Bandeira Municipal de So Joo do Caiu de autoria do Heraldista e Vexilologista Sr. Reynaldo Valaschi, nas formas da Herldica Municipalista, ser tecida em Gousset ficando a mesma no tamanho modular e oficial, pois o (retngulo) Bandeira Municipal em duas cores, sendo o retngulo maior em horizontal em cor vermelha (Goles), a cor branca (Metal Prata), retngulo em vertical, no qual est inserido o Braso de Armas do Municpio ao centro. De conformidade com tradio da Herldica Portuguesa da qual herdamos os Cnones e regras, a Vexilologia das Bandeiras Municipais obedecem aos estilos oitavados, sextavados, esquartelados, ou terados, tendo por cores as mesmas constantes do campo do braso, ostentando ao centro ou na tralha uma figura geomtrica (o retngulo), onde o Braso de Armas Municipal aplicado. A Bandeira Municipal de So Joo do Caiu obedece regra geral, sendo por opo terada em “Gousset”.

• Braso Municipal
O Braso de Armas do Municpio no centro da Bandeira representa “O Governo Municipal”. E o centro do retngulo onde colocado o Braso de Armas Municipal simboliza a “Cidade-Sede do Municpio”. O Braso de Armas ao centro da bandeira Municipal, simboliza a irradiao do “Poder Municipal que se expande a todos os quadrantes do seu Territrio”.

A cor vermelha (Goles) simboliza a conquista das terras atravs de rduas lutas armadas pelos desbravadores e colonos, pois os ocupantes das frteis terras eram habitados por indgenas das tribos dos “Caius”, os quais esto sediados no sudoeste do Estado de So Paulo e sul do Estado do Mato Grosso. A cor branca (metal prata) simboliza a tranqilidade que impera no territrio do Municpio e a paz e o respeito que reina na comunidade sanjoanense.

O Braso Municipal de So Joo do Caiu, de autoria do Heraldista e Vexilologista Sr. Reynaldo Valaschi, dentro dos termos e de conformidade. Da Enciclopdia Herldica Municipalista descrito em termos prprios da seguinte forma: O Braso de Armas descrito neste artigo em termos prprios da Herldica tem seguintes interpretaes simblicas.

O Braso clssico Flamingo Ibrico usado para representar o Braso de Armas do Municpio de So Joo do Caiu, tem sua origem francesa introduzida na Pennsula Ibrica, por ocasio das lutas contra os “mouros”, passou a figurar nas famosas de domnio, sendo esse estilo herdado na herldica Brasileira como evocativo da raa colonizadora e principal formadora da nossa nacionalidade.

A coroa mural que sobrepe o campo do Braso smbolo universal de domnios que sendo em cor amarela (metal ouro), com oito torres, das quais apenas 5(cinco), so visveis em perspectiva do desenho. Classifica a cidade representada na terceira grandeza, ou seja, “Sede do Municpio”. A iluminria em cor vermelha (goles), pelo significado da Herldica, condizente com os predicados prprios dos pioneiros, desbravadores e dos dirigentes da nobre comunidade. Em cima do campo do Braso e abaixo da coroa mural, distintamente bem ao centro mesmo vemos uma “Flor de Liz” em cor (ouro metal) amarela que simboliza o padroeiro do Municpio “So Joo Batista”.

No primeiro quartel do campo do Braso em abismo na cor azul (blue), simboliza todas as propriedades rurais existentes no territrio do municpio. No centro vemos uma estrela em cor branca (metal prata), que simboliza a grandeza suprema do municpio. Na parte superior do campo do braso a Coroa Mural em cor amarela (metal ouro) o smbolo da glria, do esplendor, da grandeza, riqueza e soberania: o esmalte preto (sable) simboliza a prudncia, moderao, austeridade e firmeza de carter. No segundo quartel do campo do Braso direita (a destra) vemos pequenos acidentes geogrficos do Territrio Municipal, e um indgena da poca da tribo Tupi-Guarani, “Caius”, que habitavam as terras frteis do Municpio. No terceiro quartel vemos em abismo em cor azul celeste, cor esta que simboliza a paz, amizade, justia, nobreza, perseverana, zelo, lealdade, recreao e a formosura do cu ameno que cobre o territrio municipal. Em seguida em desenho, a figura de um desbravador, homem do campo, com um machado para baixo, simbolizando assim, a luta em prol da “Ecologia”, exemplificando a todos que o dever hoje plantar rvores e no derruba-las, pois as rvores so as nossas maiores fontes de sade e dureza do rico ar que respiramos. Nos ornamentos exteriores, como suportes vivos do braso de Armas do municpio esquerda (o sinistra) do mesmo vemos ramos de algodo e milho, que representa a grandeza e a economia do municpio de So Joo do Caiu. No listel em vermelho (goles), cor simblica da dedicao, amor ptrio, audcia intrepidez, coragem, valentia, com a inscrio do nome do municpio de So Joo do Caiu, ladeados pelos milsimos 1945 e 1955, dia, ms e ano da criao do Municpio, e a data 17 de dezembro de 1955, a data da Emancipao poltica e posse do primeiro Prefeito do Municpio de So Joo do Caiu.
• Hino municipal
A regulamentao do Hino Municipal obedecer em princpio a seguinte lei e o prescrito do decreto-lei n. 4545 de 31 de julho de 1942 com relao do Hino Nacional.



Hino de So Joo do Caiu

Quando os bravos pioneiros um dia
penetravam o antigo serto
pressentiam ao sol fremia
uma augusta riqueza no cho
braos fortes, de hericos gigantes
resolveram as glebas, com f
e surgiu a esplendor, deslumbrante
o tesouro sem par do caf.

F e labor, o nosso lema
terra amada e ideal
segue avante o lindo emblema
para a meta triunfal
f e labor no rumo teu
So Joo do Caiu
astro de ouro que irrompeu
do mapa do Paran.

Nossa origem de glria e beleza,
perpetuada com honra ser
pela histria, que narra a nobreza
e a energia do audaz caiu
nestes campos sagrados, outrora
pelos ritos da intrpida raa
ao trabalho da gente de agora
o futuro as estrelas se enlaa.

Na risonha e soberba paisagem
o algodo canta um hino de amor
transmitindo a florir, a mensagem
deste povo vibrante de ardor.
pelos vales, de um verde to puro,
marcha firme do progresso viril
e o teu nome projeta, seguro,
nova luz pelo cu do Brasil.


Maestro: Sebastio Lima
INSTÂNCIAS MUNICIPAIS DE CONTROLE SOCIAL E DEFESA DE DIREITOS
• Conselho Tutelar da Criana e do Adolescente

O Conselho Tutelar da Criana e do adolescente foi criado atravs da Lei municipal n 1.086 em nossa cidade no dia 4 de Maio de 2000. Tendo a finalidade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criana e adolescente definido em Lei. O Conselho Tutelar um rgo pblico municipal de carter autnomo e permanente, cuja funo zelar pelos direitos da infncia e juventude, conforme os princpios estabelecidos pelo Estatuto da Criana e do Adolescente (ECA). Os conselheiros Tutelares so pessoas que tm o papel de porta-voz das suas respectivas comunidades, atuando junto a rgos e entidades para assegurar os direitos das crianas e adolescentes. So eleitos 5 membros atravs do voto direto da comunidade, para mandato de 3 anos.

As principais atribuies do Conselho Tutelar so:
* Atender s crianas e adolescentes que tiverem seus direitos ameaados por ao ou omisso da sociedade ou do Estado; por falta; omisso ou abuso dos pais ou responsveis; ou em razo de sua conduta.

* Receber a comunicao (obrigatria) dos casos de suspeita ou confirmao de maus tratos;de reiteradas faltas injustificadas ou de evaso escolar; aps esgotados os recursos escolares; e de elevados nveis de repetncia.

*Requisitar o servio social, previdncia, trabalho e segurana, ao promover a execuo de suas decises. Atender e aconselhar os pais e responsveis, podendo aplicar algumas medidas, tais como encaminhamento a cursos ou programas de orientao e promoo a famlia e tratamento especializado.

* Assessorar a prefeitura na elaborao de propostas oramentrias, com a finalidade de garantirem planos e programas de atendimento integrado nas reas de sade, educao, cidadania, gerao de trabalho e renda a favor da infncia e juventude.

* Encaminhar a notcia de fatos que constituem infrao administrativa ou penal contra os direitos da criana e do adolescente. Incluir no programa de auxlio, orientao e tratamento de alcolatras e toxicmanos.

O Conselho Tutelar de So Joo do Caiu composto pelos conselheiros : Aline Mesquita Vasconcelos, Claudinei Gonalves, Cristiane Cardoso, Paulo Sipriano Alves e Srgio Maueti. “A misso desses conselheiros de zelar pelo cumprimento dos direitos da criana e do adolescente”, estabelecida no Estatuto da Criana e do Adolescente, se torna concreta por meio do atendimento dos casos em que as crianas e os adolescentes tm seus direitos violados e so vtimas de negligncia, discriminao, explorao, violncia, crueldade e opresso. Este atendimento iniciado com vistas a analisar todas as circunstncias do caso para o devido encaminhamento. O conselho Tutelar tem poder de requisitar servios pblicos nas reas de sade, educao, assistncia social, previdncia, trabalho e segurana. Requisitar no mera solicitao, determinao na execuo destes servios.

• Conselho Municipal de Assistncia Social de So Joo do Caiu

O Conselho Municipal de Assistncia Social de So Joo do Caiu composto pelos seguintes conselheiros: Ana Lcia de Albuquerque, Eva Elonir Rodrigues Prochnow, Fabiana Soares Ges Santa Rosa, Ivanice de Matos Colombo, Jacira Tom Pauka, Joaquim Rodrigues da Costa, Josuel Barbosa, Luciana dos Santos de Lima, Maria Marlene dos Santos, Solange Marcos Passos, Veranilde Micheletti Bazani, Wilson Custdio Pradella.



• Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente de So Joo do Caiu

O Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente de So Joo do Caiu composto pelos seguintes conselheiros: Anivaldo Pereira do Nascimento, Cludia Moreira Arneiro, Edilma de Carvalho Bruning, Hilda Dias, Carmem Concatto Maia, Ivanice de Matos Colombo, Jacira Tom Pauka, Luciana dos Santos de Lima, Luzia Coelho dos Santos, Regina Aparecida Garcia Zanueli, Solange Marcos Passos, Izabel Micheletti Passos, Wilson Custdio Pradella.

• Conselho Municipal de Controle Social do Programa Bolsa Famlia de So Joo
do Caiu.
O Conselho Municipal de Controle Social do Programa Bolsa Famlia de So Joo do Caiu composto pelos seguintes conselheiros: Vnia Cristina Pradella Languer, Ana Lcia de Albuquerque, Marli Sirlene Marques da Silva, Veranilde Micheletti Bazani, Maurcio Luiz Vituri, Cssio Colli da Silva, Roselaine Quintino Bezerra, Luzia Coelho dos Santos, Cintya Luciana Nri Boregas, Creuza Bernardino de Jesus.

• Comit gestor municipal do programa fome zero( leite da criana) do municpio de So Joo do Caiu.

Comit gestor municipal do programa fome zero (leite da criana) do municpio de So Joo do Caiu componentes: Elaine Dias dos Santos, Mara Colombo Campos, Maria Clara Vechiatto de Oliveira, Maria Jos dos Reis Coelho de Souza, Rosilene Maria Moreira, Terezinha Maria de Souza, Vnia Cristina Pradella Languer.
POLÍTICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Constituio Federal de 1988
A sociedade brasileira passou quinhentos anos consolidando uma estrutura conservadora de compreender a pobreza, negando a participao da parcela importante da populao na construo do projeto societrio. Com a Constituio Federal de 1988, significativos avanos ocorreram em relao a direitos civis, polticos e sociais,bem como o reconhecimento da Constituio Federal na rea da assistncia social, tornando-a uma das bases no trip Seguridade Social que deve ser estabelecido como um sistema de proteo integral ao cidado. Desta forma reafirmando que para tratar com a pobreza preciso utilizar-se de tcnicas comportamentais e redefinindo o pacto social brasileiro, onde se afirma como direito de todos ter garantido o atendimento das necessidades bsicas, buscando elementos que faam com que o trabalho no campo da assistncia social seja modificado. E para que ocorram as mudanas preciso conhecer a realidade e as formas de vida da populao usuria dos servios.

• Criao da Lei Orgnica da Assistncia Social e Ministrio do Desenvolvimento

Em 1993 foi aprovada a Lei Orgnica da Assistncia Social (LOAS) que regulamentou a Constituio Federal. A partir desta aprovao a assistncia social transformou aquilo que era campo do assistencialismo em polticas pbicas e participativas atravs de conselho deliberativo e paritrio nas esferas Federal, Estadual e Municipal. Acelerando e fortalecendo o processo de regulamentao do LOAS foi criado em 2004 o Ministrio do Desenvolvimento Social e Combate a fome ( MDS).

• Sistema nico de Assistncia Social

Em 2005 surgiu a construo de um novo modelo gesto, o Sistema nico de Assistncia Social
(SUAS), ele organizado pelo MDS e coordenado pela Secretaria Nacional de Assistncia Social (SNAS), tambm um sistema federativo que envolve todos os entes da federao - Estado, Municpio, Distrito Federal e Unio.

O SUAS para dar efetividade assistncia social como poltica pblica, tem como objetivo realizar-se de forma integrada s polticas setoriais, considerando as desigualdades scio-territoriais visando seu enfrentamento. Prev o desenvolvimento de servios de proteo social bsica, onde seu papel de prevenir situaes de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisies e do fortalecimento de vnculos familiares e comunitrios. Seus programas, projetos, servios e benefcios destinam-se populao em situao de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privao e/ou fragilizao de vnculos afetivos – relacionais e de pertencimento social (discriminaes etrias, tnicas, de gnero ou por deficincias, dentre outras); programas e projetos locais de acolhimento que dever se articular com as demais polticas e com os servios de proteo especial, de forma de garantir a sustentabilidade das aes e o protagonismo das famlias e indivduos.
• Centro de Referncia de Assistncia Social
Os servios de proteo social bsica sero executados de forma direta nos Centro de Referncia de Assistncia Social - CRAS presta atendimento socioassistencial s famlias e indivduos, inserindo-os na rede de proteo de assistncia social. O Centro identifica situaes de vulnerabilidade e risco no territrio de abrangncia, articula e potencializa os servios sociassistenciais da rede de proteo social bsica, disponvel para atender adequadamente as necessidades das famlias e territrios. Essa rede objetiva promover a convivncia social familiar e comunitria e assegurar s crianas, jovens, adultos, idosos e suas famlias, condies para o exerccio de sua cidadania. Aps verificarmos qual o motivo do reconhecimento e implantao da Assistncia Social no Brasil, daremos incio ao nosso trabalho sobre esta rea no Municpio de So Joo do Caiu – PR.

O municpio de So Joo do Caiu pertencente AMUNPAR – Associao dos Municpios do Noroeste do Estado do Paran, no conta com nenhuma indstria de grande porte, em funo da proximidade com Paranava, que o Plo Regional, o que dificulta a possibilidade de atividades industriais no municpio, que de pequeno porte.As fontes de emprego se restringem ao servio pblico municipal, e ao comrcio. A zona rural absorve parte do contingente de trabalhadores do municpio. O trabalho formal (registro em Carteira de Trabalho) desenvolvido igualmente por homens e mulheres, nas usinas de lcool instaladas em municpios circunvizinhos. A mo-de-obra excedente absorvida em parte na atividade agrcola no prprio Municpio, em trabalhos espordicos nas lavouras, e alguns chefes de famlia deslocam-se para outros centros, tentando garantir a sobrevivncia de suas famlias.

O municpio de So Joo do Caiu encontra-se com populao de 6.091 habitantes, 5.070 encontra-se na rea urbana e 1.021 na rea rural. Dividindo a populao por faixa etria, temos:
* De 0 a 04 anos: 579 habitantes
* De 05 a 09 anos: 597 habitantes
* De 10 a 14 anos: 597 habitantes
* De 15 a 24 anos: 1.162 habitantes
* De 25 a 59 anos: 2.538 habitantes
* Acima de 610 anos: 636 habitantes
* ndice de Desenvolvimento Humano: 07,12%
* Taxa de Crescimento Populacional: 0,15%
* Taxa de Pobreza: 30,81%
* ndice de Excluso Social: 0,48%
* ndice de GINI: 0,510%
Dados do IBGE 2000

Para atender esta demanda o municpio conta com o Departamento de Bem Estar Social, responsvel pela gesto da Assistncia Social do Municpio e o CRAS, um equipamento social pblico que desenvolve aes como informaes e orientaes, bem como servios bsicos continuados para famlia em situao de vulnerabilidade social, responsvel pelo desenvolvimento do Programa de Ateno Integral as Famlia - PAIF, que desenvolve a Proteo Social Bsica e ampliao da capacidade de proteo social no que se refere aos direitos de cidadania e da preveno de situao de risco no seu territrio de sua abrangncia, visando assim o convvio scio-familiar e comunitrio.

Dentro desta Poltica de Assistncia Social de So Joo so executados os seguintes programas, projetos, servios e benefcios: Programa Bolsa Famlia, Leite das Crianas, Benefcio de Prestao continuada, FIA, Projetos de Gerao de Renda, Luz Fraterna, Tarifa Social, Programa de Habitao (rea tcnica social), Saneamento Bsico ( rea tcnica social), e outros benefcios como: Cesta Bsica complementar, Passagem fora do Domiclio e Documentao para Cidadania e um projeto os Benefcios Eventuais Auxilio Natalidade e Funeral a ser implantado. Na rea de Cultura, Esporte e Lazer no que se refere a Assistncia no Municpio, tem Grupo Conviver da Terceira Idade, Escolinha de Futebol j em funcionamentos desde janeiro de 2007 e em andamento Oficina de Musica, Computao (Incluso Produtiva e Digital), pois encontra-se com todos os equipamento no local onde acontecer a execuo destes projetos.

Instncias Municipais de Controle Social e Defesa de Direitos so: Conselho Municipal de Assistncia Social, Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente, Conselho Tutelar, Conselho Municipal de Controle Social do Programa Bolsa Famlia, Conselho Municipal de Sade, Conselho Municipal de Educao e Conselho Municipal de Segurana. Nosso quadro da rede scio assistencial esta assim constituda, Rede Social Bsica: um CRAS, uma Associao de Amigos da Pastoral da Criana - PASTORAL, uma Associao Beneficente Menino Jesus – ABEMJE. Rede Social Especial: Associao Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE, uma Casa Lar.

O Departamento da Assistncia Social de So Joo do Caiu conta com tcnicos na rea de Servio Social, Psicologia e Estagirias de Servio Social.

• Aes das redes scio assistencial do Municpio

* Departamento de bem estar social
A equipe do Departamento composta pela Assistente Social Ana Lcia Albuquerque, Tcnica Administrativa Nara de Cssia da Silva e a Presidente Jacira Tom Pauka. O Departamento de Assistncia Social, tem trabalhado para possibilitar as famlias em situao de risco e vulnerabilidade social o acesso s Polticas Pblicas de Assistncia Social, planejando, executando, monitorando e avaliando os servios scio-assistenciais bsicos de atendimento ao pblico alvo da poltica de assistncia social; acompanhar e executar as deliberaes dos conselhos afetos a sua rea de competncia; liberar o Benefcio Eventual Auxlio Funerrio e Auxilio Natalidade s famlias em situao de risco e vulnerabilidade social, Carteira do Idoso; analisar e coordenar os dados do mapeamento social. Orientar, acompanhar e assessorar as aes do Centro de Referncia de Assistncia Social – CRAS, Conselho Tutelar, Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente e Conselho Municipal de Assistncia Social; monitorar o Plano de Aplicao e de atendimento das entidades conveniadas em parceria com os conselhos municipais; promover o controle dos repasses e prestao de contas dos convnios junto ao Fundo da Infncia e Adolescncia - FIA e Fundo Nacional de Assistncia Social – FNAS.
• Associao Beneficente Menino Jesus – ABEMJE

Fundada em 06/04/1984 e atualmente tendo como Presidente a Senhora Jacira Tom Pauka, a ABEMJE coordena o Grupo da Terceira Idade do Municpio entre outras finalidades:
a) Promover o bem estar individual ou familiar sem distines polticas, religiosas ou raciais, prestando assistncia moral e material;
b) Combater a mendicncia e promover a recuperao das pessoas realmente necessitadas;
c) Conjugar esforos para a soluo dos problemas comunitrios, estimulando a criao de obras de bem estar social, que atinjam os setores da comunidade carentes de recursos;
d) Fomentar a realizao de estudos sobre a problemtica social, visando a sua soluo.
e) Promover a proteo famlia, infncia, maternidade, adolescncia e velhice;
f) Desenvolver Servios, Programas e Projetos voltados Assistncia Social, educacional, sade, esporte, lazer para: crianas, adolescentes, gestantes, idosos e famlias.

• Centro de Referncia de Assistncia Social - CRAS

Equipe tcnica composta pela Assistente Social Eliane de Oliveira Santos Silva, Psicloga Denise Menegueti, as tcnicas administrativas Maria Aparecida dos Santos Bazani e Vnia Cristina Pradella Languer e professor de msica Hamiltom Geremias.

Os trabalhos desenvolvidos pelas profissionais Eliane e Denise so as seguintes: entrevista familiar; visitas domiciliares; palestras voltadas comunidade ou famlia, seus membros e indivduos e o grupo oficina de convivncia e de trabalho socioeducativo para famlias, seus membros e indivduos; aes de capacitao e de insero produtiva; encaminhamento e acompanhamento de famlias, seus membros e indivduos; reunies e aes comunitrias; deslocamento da equipe para atendimento de
famlias em comunidades das zonas urbanas e rurais.

* Cadastro Leite das Crianas, um programa Estadual que foi institudo pelo Decreto 1.279, de 14 de maio de 2003, sendo iniciado efetivamente no dia 15 de maio desse mesmo ano. O Governo do Estado busca reduzir deficincias nutricionais, desencadeando aes que contribuam para a reduo dos ndices de morbidade e mortalidade e desnutrio infantil, atravs de: distribuio de leite pasteurizado e enriquecido; apoio ao aleitamento materno; e difuso de informaes e procedimentos relativos educao sanitria, nutrio e higiene pessoal. Tambm configura objetivo o incentivo organizao e qualificao das bacias leiteiras locais e regionais por meio do exerccio do poder de compra, estmulo ao incremento da produo, a gerao de renda e a manuteno de empregos no campo. O programa executado pelas Secretarias de Estado do Planejamento e Coordenao Geral, da Agricultura e do Abastecimento, do Trabalho, Emprego e Promoo Social, da Sade e da Educao, Ipardes, Ceasa-PR, Comits Gestores Municipais, Prefeituras, Conselhos Municipais e entidades sociais. No ms de abril de 2008, Hoje no Municpio de So Joo do Caiu, so beneficiadas 130 mes que so cadastradas neste programa.

* Cadastro nico, este um Programa Federal, conhecido como Cadnico, uma das bases nacionais de dados socioeconmicos que possibilita o registro de informaes referentes as famlias e seus componentes para a gerao do Numero de Identificao Social ( NIS) e para a identificao como potenciais beneficirios de programas sociais.Um de seus objetivos fornecer informaes sobre a localizao e as caractersticas dessas famlias, para que o poder pblico possa formular e implantar polticas pblicas capazes de promover a sua incluso social. As informaes coletadas so encaminhadas para o MDS, onde passa por um processo de seleo para sejam enquadrada as famlias ao benefcio. Em So Joo do Caiu, j foram feios mais de 1138 Cadnico . Na verdade ele a porta de entrada para benefcios Federais e Estaduais como: Bolsa Famlia, um programa de transferncia direta de renda com condicionalidades, que beneficia famlias em situao de pobreza (com renda mensal por pessoa de R$ 60,01 a R$ 120,00) e extrema pobreza (com renda mensal por pessoa de at R$ 60,00), de acordo com a Lei 10.836, de 09 de janeiro de 2004 e o Decreto n 5.749, de 11 de abril de 2006.O PBF integra o FOME ZERO, que visa assegurar o direito humano alimentao adequada, promovendo a segurana alimentar e nutricional e contribuindo para a erradicao da extrema pobreza e para a conquista da cidadania pela parcela da populao mais vulnervel fome. Aqui no municpio 484 famlias so beneficiadas pelo programa PBF, este um programa Federal. O mais recente programa Federal e o Pr Jovem o benefcio varivel, uma nova modalidade de benefcio do PBF vinculado ao adolescente de 16 e 17 anos. O BVJ pago s famlias beneficirias do Programa, por meio do responsvel legal pela famlia, no mesmo carto das demais modalidades de benefcio. O valor do BVJ de R$ 30, 00, e cada famlia pode receber at dois BVJ, ou seja, R$ 60, 00, mesmo que tenha trs ou mais adolescentes acima de 16 anos na sua composio. A partir deste ms, toda famlia do Programa Bolsa Famlia (PBF) que tenha adolescentes de 16 e 17 anos matriculados na escola vai receber o Benefcio Varivel Jovem (BVJ) no valor de R$ 30, 00, at o limite de dois benefcios por famlia. Com isso, o valor total do benefcio das famlias poder chegar a R$ 172, 00, de acordo com a renda per capita e com a composio famlia.O estado tambm beneficia algumas famlias nos programas: Tarifa Social, Luz fraterna.

* Programa Tarifa Social da gua - exclusivos usurios da Sanepar.

O Benefcio Tarifa Social destinado para as famlias de baixa renda, usurias do servio de gua e esgoto. (DECRETO ESTADUAL N 2.460).
Requisitos para ter direito ao benefcio:
• Renda por pessoa na famlia no podendo ser superior a meio salrio mnimo (R$ 175,00).
• rea construda da moradia no poder ser superior a 70 m. Critrio com possibilidade de reavaliao.
• Consumo mensal de gua dever ser at 10 m. Caso este limite seja ultrapassado o usurio pagar a diferena.
* Programa Luz Fraterna, um Programa Luz Fraterna foi lanado atravs da Lei Estadual n. 14.087, de 11 de setembro de 2003 e desenvolvido em parceria pelas Secretarias Estaduais do Planejamento, de Coordenao Geral e do Trabalho, Emprego e Promoo Social, e pelas concessionrias de energia eltrica que atendem o Estado: COPEL, COCEL, FORCEL, CELESC, CFLO e SANTA CRUZ. So beneficirias do Programa as famlias inscritas no Cadastro nico de Programas Sociais do Governo Federal - CADNICO, que so beneficirias do Bolsa Famlia.Cabe ao Estado realizar o pagamento da diferena entre o importe do consumo de energia eltrica e a parcela paga pelo Governo Federal, atravs do Programa Baixa Renda, estabelecidas no art. 2 da Lei n. 14.087/2003.
• Pastoral da Criana

A Pastoral da Criana apontada como uma das mais importantes organizaes em todo o mundo a trabalhar nas reas da sade, nutrio e educao da criana desde o ventre materno at os seis anos de vida, e de preveno da violncia no ambiente familiar, envolvendo necessariamente as famlias. A Pastoral da Criana tem por finalidade desenvolver uma metodologia prpria que una a f com a vida, tendo como centro a criana em seu contexto familiar e comunitrio. uma metodologia que multiplica conhecimentos e amplia os laos de solidariedade, fortalecendo a rede de voluntrios que promove o auto desenvolvimento dos pobres visando sua prpria libertao. A experincia da Pastoral da Criana parte da idia de que a soluo dos problemas sociais necessita da solidariedade humana organizada e animada em rede, com objetivos definidos, e que o principal agente de transformao so as lideranas das comunidades pobres e miserveis, especialmente a mulher, que transforma a sua famlia e a comunidade. Por isso, mais de 90% dos agentes da Pastoral da Criana so mulheres. uma tarefa que deve ser compartilhada entre governo, empresrio e sociedade civil. Por isso, as parcerias entre eles fundamental importncia na busca da realizao de um trabalho eficaz que realmente chegue s famlias e comunidades, envolvendo-as no protagonismo de sua prpria transformao social. Um trabalho de promoo humana no combate mortalidade infantil, desnutrio e marginalidade social. O trabalho essencial a organizao da comunidade e a capacitao dos lideres voluntrios que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famlias vizinhas, para que elas se tornem sujeitos de sua prpria transformao pessoal e social.

A coordenadora e as lderes fazem um trabalho voluntrio sem fim lucrativo, saindo de casa em casa com a responsabilidade de cuidar de crianas e gestantes carentes que necessitam de informaes e cuidados com suas gestaes e suas crianas. A coordenadora dividiu a nossa cidade por setores, onde cada um recebe um nome e tem as pessoas voluntrias responsveis em fazer o levantamento necessrio, para que possam estar recebendo uma ajuda financeira para poder fazer as reunies e estar oferecendo um lanche neste dia. Seu trabalho atravs de relatrios que visam informar a quantidade de famlias em cada setor, fazendo entrevistas e procurando atender a cada uma de acordo com sua necessidade. A base de todo o trabalho da Pastoral da Criana so a famlia e a comunidade. A dinmica consiste em capacitar lderes comunitrios, que residem na prpria comunidade, para mobilizao das famlias nos cuidados com os filhos. Esta metodologia conta com trs grandes momentos de intercmbio de informaes que ajudam no fortalecimento da solidariedade:
* Visitas domiciliares mensais: realizadas pelos lderes a cada famlia acompanhada a cada ms, mais de um milho de visitas so realizadas pelos lderes comunitrios;
* Dia do Peso: quando cada comunidade se rene para pesar todas as suas crianas; esse dia se transforma no momento de celebrao da vida - so 5 comunidades que se renem o cada ms, para pesar suas crianas e aprender mais sobre elas;
* Reunies mensais: entre os lderes de uma mesma comunidade, para refletir e avaliar o trabalho realizado no ms anterior e para reforar a soma de esforos para superar as dificuldades. Em todas as comunidades atendidas, coloca-se em prtica um conjunto de aes que vo daquelas voltadas para a sobrevivncia e desenvolvimento integral da criana at a melhoria da qualidade de vida das famlias carentes, tanto no plano fsico e material como no espiritual. Desta maneira, procura gerar igualdade de oportunidades, justia e paz. Entre essas aes destacam-se:
* Apoio integral s gestantes: Orientao e superviso nutricional das futuras mes, valorizando a vida a partir da gestao, preparando essas gestantes para o aleitamento materno e encaminhando-as para as consultas de pr-natal;
* Incentivo ao aleitamento materno - a primeira escola do amor e da paz, aes que garantam criana condies fsicas, psquicas e emocionais para se desenvolverem em plenitude, e me, um maior espaamento entre os partos;
* Vigilncia nutricional: Pesagem mensal de cada criana acompanhada e orientao aos pais ou responsveis para os cuidados e o acompanhamento do peso e do crescimento da criana;
* Alimentao enriquecida: Aes concretas para o aproveitamento de produtos de grande valor nutricional e de baixo custo, disponveis nas prprias comunidades, alm de evitar os desperdcios de grande parte dos alimentos, como folhas, cascas e sementes;
* Controle de doenas diarricas: Disseminao de formas de preveno das diarrias e prticas de reidratao oral, principalmente atravs do soro caseiro, com o uso de colher-medida, distribuda gratuitamente;
* Controle de doenas respiratrias: Preveno das doenas respiratrias, identificao dos sinais de risco, especialmente das pneumonias, e encaminhamento ao servio de sade e acompanhamento domiciliar criana em tratamento.
* Remdios caseiros: Educao das mes e demais familiares para as prticas de medicina natural e caseira, utilizadas tradicionalmente pelas avs;
*Estmulo vacinao de rotina das crianas e das gestantes: Incentivo s famlias para a participao nas campanhas de vacinao, a fim de prevenir as doenas infecto-contagiosas, previsveis por vacina, e organizao comunitria para facilitar o acesso aos postos de vacinao de rotina;
* Brinquedos e Brincadeiras: Promover brinquedos e brincadeiras com as crianas no Dia da Celebrao da Vida (dia do peso), em dias de reunies com os pais, em momentos de lazer na comunidade.
* Preveno de acidentes domsticos: Estmulo s aes, no interior das famlias e das comunidades, que levem identificao dos sinais de perigo para a criana, ajudando a prevenir os acidentes na infncia;
* Educao para Paz: Aes concretas que visem a soluo da agressividade de forma no-violenta e o desenvolvimento de um ambiente de acolhida e proteo s crianas, criando na famlia uma cultura de paz, atravs da continuidade das aes da campanha “A paz comea em casa”.
INFRA-ESTRUTURA DO MUNICÍPIO
A Prefeitura Municipal de So Joo do Caiu fica situada na Rua Antnio Garcia Peres, no centro da cidade, fundada no dia 26 de novembro de 1954.
Prefeitos e suas principais obras que contriburam para a infra-estrutura do municpio:

*Domingos Beraldi (1956 a 1960)
Primeiro Prefeito;
Construiu o primeiro Grupo Escolar de madeira;
Projetou o Permetro Urbano: Infra-Estrutura abriu Ruas e Quarteires;
Aeroporto;
Construo de Pontes, Posto de Sade, Prdio da Prefeitura.

*Csar Baiocchi (1960 a 1964)
Desmatamento do Permetro Urbano;
Combate Eroso;
Horto Florestal.

*Santo Pedrazzoli (1964 a 1968)
Seu mandato foi prorrogado at 1969;
Combate Eroso;
Energia Eltrica;
Era da Tubulao;
Construiu o Prdio da Prefeitura, Delegacia e Sala de Aula.

*Leondio Veltrini (1969 a 1973)
Construo do Colgio Carlos Gomes;
Estdio Municipal;
Biblioteca, Matadouro, Posto de Sade;
Iniciou Pavimentao;
Praa Guadalajara.
*Wilson Antonio Pelarin (1973 a 1977)
Rodoviria e Praa;
Quadra de Esporte;
Combate eroso;
Pavimentao;
Inaugurao da Biblioteca.
*Lcio Marques (1977 a 1983)
Asfaltou a Cidade;
Casas Populares;
Mercado Municipal;
Asilo;
Construo de Salas de Aula;
Aquisio de Frotas de nibus para o Transporte de Alunos;
Construo da Ponte So Francisco, ligando o Municpio de So Joo do Caiu Cruzeiro do Sul;
Combate a Eroso;
Construo da Creche.
*Cludio Pauka (1983 a 1989)
Ginsio de Esportes;
Clube Municipal;
Pr-Escola;
Cantina Central e Refeitrio;
Hospital Pblico;
Construo de 300 Casas Populares;
Trouxe as Principais Indstrias;
Inaugurou o Banco do Brasil;
Asfalto de So Joo do Caiu a Paranava;
Primeiro Consultrio Odontolgico Pblico.

*Lourival Sampaio de Souza (1989 a 1993)
Ampliou a Escola;
Pavimentao;
Esgoto;
Inaugurao da APAE;
Capela Morturia;
Recuperao de Estradas.

*Cludio Pauka (1993 a 1997)
Ampliao da Escola Municipal Maria Cernaki;
Construo de 150 Casas Populares;
Pavimentao;
Asfalto;
Construo da Cmara Municipal;
Recuperao de Estradas.

*Wilson Pedrazzoli (1997 a 2001)
Construo do Calado;
Ampliao do Hospital;
Remodelao da Biblioteca;
Urbanizao do Buracan;
Viveiro Florestal.
*Lourival Flix Carneiro ( 2001 a 2004)
Casas Populares;
Asfalto;
Recapeamento;
Reformas da Delegacia, Posto de Sade, Escola Maria Cernaki, Hospital
Municipal, Campo de Futebol, Asilo, Praa da Igreja e Pr-Escola;
Padaria Comunitria;
Poo Artesiano;
*Cludio Pauka (2004 a 2008)
Construo da Praa Lcio Marques;
Aquisio de Equipamentos e Materiais para a Casa da Cultura;
Reformas do Rodeio e do Clube;
Reforma e ampliao da Escola Maria Cernaki;
Recapeamento asfltico;
Construo da capela morturia;
Reforma do prdio da antiga creche para o CRAS-Centro de Referncia de Assistncia Social.
Compra de vrios veculos, renovando toda a frota da prefeitura.
Construo de casas populares.
Trouxe novamente o Banco do Brasil.
• Correios Empresa Brasileira de Correios e Telgrafos, situada na Avenida Souza Naves, atua no municpio desde 20 de agosto de 1974, na gesto do prefeito Wilson Antonio Pelarim. O primeiro gerente foi a Senhora Divina Maria de Souza. Atualmente a empresa conta com um gerente O Sr. Leandro Donizete Mendes e um carteiro o Sr. Csar Machado. O seu objetivo de oferecer servio postal a comunidade de So Joo do Caiu.
Cmara Municipal

Cmara Municipal foi fundada desde a primeira eleio por volta de 1995 onde funcionava juntamente com a prefeitura. A partir de 1996, ganhou sua sede que hoje funciona defronte a Prefeitura Municipal, situada na Rua Antonio Garcia Peres.
Lista dos vereadores que foram eleitos Presidentes do Poder Legislativo:
Ano de 1955/1956 – Heber Gonalves Palhano
Ano de 1957 – Domingos Navarro
Ano de 1958 – Heber Gonalves Palhano
Ano de 1959 - Domingos Navarro
Ano de 1960 – Alcebades Alves
Ano de 1961 – Lourival Sampaio de Souza
Ano de 1962/1963 - Heber Gonalves Palhano
Ano de 1964/1965 – Jos Alcdio Veltrini
Ano de 1966 – Luiz Ximenes
Ano de 1967 - Lourival Sampaio de Souza
Ano de 1968 – Antonio Garcia Peres
Ano de 1969 - Lourival Sampaio de Souza
Ano de 1970 – Idelmo Malvezzi
Ano de 1971/1972 – Santo Pedrazzoli
Ano de 1973/1974 - Luiz Ximenes
Ano de 1975 – Norberto Flor
Ano de 1976 - Luiz Ximenes
Ano de 1977/1978 - Jos Alcdio Veltrini
Ano de 1981/1982 – Hilnico Willemann
Ano de 1983/1984 – Anbal Marcos
Ano de 1985/1986 – Ftima Aparecida Garcia
Ano de 1987/1988 – Armelindo Vandressen
Ano de 1989/1990 – Ftima Aparecida Garcia
Ano de 1991/1992 - Armelindo Vandressen
Ano de 1993/1994 – Sonia Maria Aued
Ano de 1995/1996 – Marli Alves de Siqueira
Ano de 1997/1998 - Sonia Maria Aued
Ano de 1999 – Valdemar Arneiro
Ano de 2000 – Valdemir Pereira
Ano de 2001/2002 – Jourival Felix Carneiro
Ano de 2003 – Yomar Ribeiro de Souza
Ano de 2004 – Odair Rosseti Aguila
Ano de 2005/2006 – Denivaldo Barivieira Passos
Ano de 2007/2008 – Ligia Maria Willemann Pedrazzoli
• Biblioteca municipal

A Biblioteca Municipal Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, fica localizada na Rua Caetano Munhoz da Rocha, n. 901, foi inaugurada no dia 11 de setembro de 1973, na administrao do prefeito Wilson Antonio Pelarin. A primeira bibliotecria foi a Senhora Olga Antonia Pestana dos Santos. A biblioteca Municipal hoje possui um grande acervo de livros registrados no CRB, na 9 regio do conselho regional de Biblioteconomia, atendendo estudantes de todos os nveis de escolarizao, pessoas da comunidade. Desenvolve junto com a Escola Municipal Maria Cernaki, um projeto de leitura com atividades afins, para os alunos de primeira a quarta srie, sendo atendidos duas vezes por semana.

• Casa da Cultura

A Casa da Cultura Leonildo Veltrini, fica situada na Rua Antonio Garcia Peres.
A construo do prdio comeou a ser realizada na gesto do Prefeito Leonildo Veltrini no ano de 1963. Finalizada em 1973 na administrao do prefeito Wilson Antonio Pelarim. No ano de 2001, o prefeito Wilson Pedrazzoli remodelou o prdio, transformando-o na Casa da Cultura, atravs da Lei n. 1.193 de 18 de junho de 2001. Em janeiro de 2005 na gesto do prefeito Cludio Pauka atravs de um Convnio n. 442/2004, que vem adquirir o valor de R$ 25.000,00, para aquisio de equipamentos e materiais para o trmino definitivo da casa da Cultura que foi inaugurada no dia 20 de novembro de 2006. Atualmente ela utilizada para vrios eventos oferecidos a comunidade como: peas teatrais, exibies de filmes, palestras e cursos.
• Cartrio

Fundado no dia 10 de maro de 1954, pelo cartorrio Heber Gonalves Palhano. Logo aps vieram: Francisco Gonalves Fonseca; Romeu de Camargo Simes; Heber Palhano; Sebastio Luiz Pereira Filho; Benedito Correia Braz; Gleidel Barbosa Leite; ngela Aparecida Bez Marques; Lourdes Aparecida Delatore Cruz.

O primeiro registro de nascimento foi de Cirilo Pereira dos Santos, nasceu na residncia dos pais na fazenda Santa Adelina, em 12/01/1954, foi registrado em 01/04/1954, filho de Jos dos Santos e Maria Pereira Xavier, faleceu no dia 26/04/1954, bito n 8 fls. 2 do livro C-01, deste cartrio.

O primeiro registro de casamento foi em 01/05/1954, sob o regime de comunho de bens, de Lucas Martinez Belzunu e Anna Martinez Pinhel. Ela filha de Antonio Martinez e Anna Pinhel Cruzada, Juiz de Paz Justo Moya, testemunhas: Moacir Rocha e Paulo Dias, cartorrio Heber Gonalves Palhano.O primeiro registro de bito foi de Joo Tavares Batista em 09/04/1954, sem assistncia mdica na Fazenda Nossa Senhora Aparecida, filho de Manoel Crispim Tavares e Antonia Queiroz, o bito foi registrado no dia 10/04/1954, sepultado nesta cidade.
• Sindicato dos Trabalhadores Rurais

Foi fundado no dia 21 de maro de 1966, e somente no ano de 1971 teve como primeiro presidente Euclides Malvezzi, eleito com trinta e cinco votos. O presidente para a gesto o Sr. Bernardo Arenas Filho, desde 1997 at a atualidade. O sindicato tem como principal objetivo, defender a classe de proprietrios e produtores. Seu objetivo realizar a justia social, colaborar com o estado no estudo dos problemas relacionados com a sua categoria. Ser um rgo reinvidicador por melhores condies de vida e de trabalho, inclusive por melhores preos.
• Polcia Militar

Situada na Avenida Rio Branco n. 1039, centro, tendo como objetivo atuar preventivamente e ostensivamente em prol da segurana pblica, tendo como principal local de sua atividade, a via pblica sua atuao preventiva visa evitar que as infraes lei ocorram, assegurando que seja mantida a paz pblica.Hoje no municpio de So Joo do Caiu, o atendimento na zona urbana feito com propsito de melhorar a ordem pblica, diminuir a criminalidade e garantir a segurana de cada cidado. Fazem parte da poltica militar: sargento, cabo, soldados e escrivo. Para a realizao de suas tarefas junto ao municpio a polcia militar recebe auxlio do Governo do Estado e do Municpio.• Polcia Civil

A polcia Civil atua no Municpio desde novembro de 1965 na gesto do prefeito Santo Pedrazzoli. Com o objetivo de atender os crimes em geral.• Conselho Tutelar

Em 4 de maio de 2000, foi criado o Conselho Tutelar dos Direitos da Criana e do Adolescente. Isto ocorreu na gesto do Sr. Wilson Pedrazzoli. Com o objetivo de proteo integral a criana e ao adolescente.
• Rotary

Foi fundado no dia 25 de maro de 1991, com a presena de 26 companheiros admitida pelo Rotary internacional no dia 24 de junho de 1991. O governador do distrito 4630, na poca era o Sr. Ademar Batista de Mello, teve como padrinho o Rotary Club Paranava, o primeiro presidente foi o Dr. Lourival Flix Carneiro, e da gesto de 2002 a 2003, Dr. Joo Batista Smecelato.

O objetivo estimular e fomentar o ideal de servir como base de todo o empreendimento digno, promovendo e apoiando o desenvolvimento de companheirismo como elemento capaz de proporcionar oportunidades de servir, o reconhecimento mrito de toda a ocupao til e a difuso das normas de tica profissional, melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um na sua vida pblica e particular e a aproximao dos profissionais de todo o mundo, visando consolidao das boas relaes, da cooperao e da paz entre as naes. Suas aes atingem a todos os setores da comunidade, com doaes e incentivos, participao em festas comemorativas, campanha do agasalho, livros usados, combate a dengue, participao na criao do grupo da terceira idade e doao da clnica de fisioterapia para a APAE. Antecedendo ao Rotary, existiu o Lions.
• Sanepar

No incio da fundao do municpio o abastecimento de gua era atravs de poos individualizados em alguns casos os moradores compartilhavam a gua. Somente e, maio do ano de 1974 na gesto de Lcio Marques foi instalado a Sanepar no Municpio de So Joo do Caiu, tendo como principal objetivo trabalhar com qualidade para satisfazer o cliente. Conta com dois poos semi-artesianos com bombas que mandam a gua para o reservatrio sendo tratada e distribuda para as casas.
O funcionamento de esgotos de nossa cidade teve incio no ano de 1994, com o Prefeito Cludio Pauka, dando continuidade o Prefeito Lourival Flix Carneiro, isso ocorrendo em duas etapas de mais ou menos 300 ligaes e terminou com o Prefeito Wilson Pedrazzoli no ano de 2001, com um convnio com a Prefeitura. Esse esgoto feito atravs de coleta nas casas, no pode ser coletado gua de chuva. E passa por quatro processos de decantao para tirar sujeira, passa por desarenador para tirar areia, depois pelo Ralf, fermentao. Depois passa pelo leito, secagem, filtro, em seguida pela lagoa (processo anaerbio), e por fim para o rio. O usurio paga 80% do valor que usa da gua.• Emater

Emater situada na Rua Rui Barbosa, n559, fundada em 20 de maio de 1956 na cidade de So Mateus do Sul. Tem como objetivo contribuir de forma educativa e participativa para o desenvolvimento da agricultura rural sustentvel e para a promoo da cidadania e qualidade de vida da populao rural. O agrnomo responsvel pela EMATER de So Joo do Caiu o Sr. Carlito Teixeira de Souza.
• Coleta de Lixo

A coleta de lixo foi feita durante muitos anos por tratores, onde o lixo era depositado em um terreno baldio que ficava no centro da cidade. Aps muitas reclamaes e pedidos da populao o lixo comeou a ser depositado em um terreno mais afastado do centro da cidade, mas ainda continuava a ser feito por tratores, nessa poca a populao ainda no usava sacos plsticos para armazenar os resduos. Somente no mandato do prefeito Wilson Pedrazzoli (1997 a 2001), que foi adquirido um caminho adequado para a coleta.
• COPEL

A energia eltrica foi implantada na gesto do Prefeito Santo Pedrazzoli no ano de 1963. Hoje o municpio no possui um escritrio prprio (Copel), mas, porm, conta com prestadores de servios. O Municpio tem cobertura total aos moradores de energia eltrica. Quando ocorrem maiores emergncias a assistncia feita pelo Municpio de Paranava.• Aspectos Urbansticos

A rea urbana de So Joo do Caiu apresenta o formato de um pentgono irregular. A malha viria obedece basicamente a um traado ortogonal, formando quadras com dimenses regulares. A largura das ruas de 15 metros e das avenidas de 20 metros. Praticamente 90% da malha urbana encontram-se pavimentada. A arborizao se faz presente na maioria das vias urbanas, enriquecendo a natureza e propiciando a populao uma sensao de alvio no vero com sua sombra refrescante.

• Horto e Florestas

Existe no municpio um Horto Florestal, com rea de 2.867 alqueires, servindo como recanto de lazer da populao. A reserva de mata natural no municpio pequena, no atendendo a legislao federal ambiental.
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal *12ª Legislatura
Vereadores eleitos em 02.10.2004
Empossados em 01.01.2005

Denivaldo Barivieira Passos
Erasmo Passos de Oliveira
Francisco Marinho de Andrade Filho
Gilmar Gonalves Passos
Jourival Flix Carneiro
Ligia Maria Willemann Pedrazzoli
Manoel Jos Leite Filho
Marcelo Luiz Arneiro
Maria Aparecida da Silva Cambiriba


12 Prefeito
Claudio Pauka
Eleito: 02.10.2004
Posse: 01.01.2005
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal *11ª Legislatura
Vereadores eleitos em 01.10.2000
Empossados em 01.01.2001

Denivaldo Barivieira Passos
Gilmar Gonalves Passos
Jos Raimundo Barbosa
Jourival Flix Carneiro
Manoel Jos Leite Filho
Maria das Dores Bernardo
Odair Rosseti Aguila
Valdemir Pereira
Yomar Ribeiro de Souza

11 Prefeito Lourival Flix Carneiro
Eleito: 01.10.2000
Posse: 01.01.2001
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal *10ª Legislatura
Vereadores eleitos em 03.10.1996
Empossados em 01.01.1997

Aparecido Andr Carvalho
Denivaldo Barivieira Passos
Jos Raimundo Barbosa
Manoel Jos Leite Filho
Maria das Dores Bernardo
Sonia Maria Aued
Valdemar Arneiro
Valdemir Pereira
Yomar Ribeiro de Souza



10 Prefeito
Wilson Pedrazzoli
Eleito: 03.10.1996
Posse: 01.01.1997
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal *9ªLegislatura
Vereadores eleitos em 03.10.1992
Empossados em 01.01.1993

Cecilio da Silva
Denivaldo Barivieira Passos
Humberto Malvezzi Aued
Jos Raimundo Barbosa
Marli Alves de Siqueira
Sebastio Odair Zonta
Solange Marcos Passos
Sonia Maria Aued
Valdemar Arneiro
Valdemir Pereira

9 Prefeito
Claudio Pauka
Eleito: 03.10.1992
Posse :01.01.1993
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal *8ª Legislatura
Vereadores eleitos em 15.11.1988
Empossados em 01.01.1989

Armelindo Vandressen
Ftima Aparecida Garcia
Joo Carlos Hanchar
Jos Carlos de Oliveira
Jos Raimundo Barbosa
Manoel Jos Leite Filho
Nivaldo Micheletti
Sonia Maria Aued
Valdemar Arneiro
Valdemir Pereira

8 Prefeito
Lourival Sampaio de Souza
Eleito: 15.11.1988
Posse:01.01.1989
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal *7ª Legislatura
Vereadores eleitos em 15.11.1982
Empossados em 31.01.1983

Alceu Avanci
Alfredo Jos de Freitas
Anibal Marcos
Armelindo Vandressen
Ftima Aparecida Garcia
Guilherme Batista Correa
Joaquim Aparecido dos Santos
Onofre Simes Garrido
Osvaldo Santana
Valdemar Arneiro
Valfrido Lopes Passos
Valdemar da Silva
7PrefeitoClaudio Pauka
Eleito: 15.11.1982
Posse: 31.01.1983
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal *6ª Legislatura
Vereadores eleitos em 15.11.1976
Posse 31.01.1977
Alceu Avanci
Anibal Marcos
Geraldo Beraldi
Hlio Teixeira dos Santos
Hilonico Willmann
Joaquim Rodrigues da Costa
Jos Alcdio Veltrini
Orlando Garcia Peres
Valdemar Arneiro
Valfrido Lopes Passos



6 Prefeito
Lcio Marques
Eleito: 15.11.1976
Posse: 31.01.1977
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal *5ª Legislatura
Vereadores eleitos em 15 de novembro de 1972
Empossados em 31 de janeiro de 1973
Trmino do mandato 31 de janeiro de 1977

Claudio Pauka
Eduardo Nelson Marassi
rcio Bcaro
Irineu Faiz Peternella
Lourival Sampaio de Souza
Lucio Marques
Luis Ximenes
Miguel Tamanini
Norberto Flor
Silvio Zonta

5 Prefeito
Wilson Antonio Pelarin
Eleito: 15.11.1972
Posse: 31.01.1973
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal *4ª Legislatura
Vereadores eleitos em 15 de novembro de 1968
Empossados em 31 de janeiro de 1969
Trmino do mandato 31 de janeiro de 1973

Arlindo Barivieira
Idelmo Malvezzi
Ivan Teotnio Botelho
Joaquim Rodrigues da Costa
Jos Alcdio Veltrini
Lourival Sampaio de Souza
Lucio Marques
Manoel Ronaldo Leite
Norberto Flor
Santo Pedrazzoli
Sebastio Luiz Pereira Filho

4 Prefeito
Leondio Veltrini
Eleito: 15.11.1968
Posse: 31.01.1969
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal *3ª Legislatura
Vereadores eleitos em 15 de novembro de 1968
Empossados em 17.12.1963

Antonio Garcia Peres
Cesar Baiocchi
Clvis Moreira de Figueiredo
Jos Alcdio Veltrini
Lourival Sampaio de Souza
Lucio Marques
Luis Ximenes
Nahyr de Oliveira Niece
Osvaldo Cordeiro Ribas
3 Prefeito
Santo Pedrazzoli
Eleito: 06.10.63
Posse: 17.01.64
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal * 2ª legislatura
Vereadores eleitos em 15 de outubro de 1959
Empossados em 17 de dezembro de 1959.
Trmino: 16.12.1963

Alcebades Alves
Angelo Cambio Paredes
Antonio Pereira da Silva
Domingos Beraldi
Heber Gonalves Palhano
Lourival Sampaio de Souza
Mario Tozzi
Stersa Julio Maximiliano Angelo
Waldemar Cicuti
2 Prefeito Csar Baiocchi
Eleito: 15.10.1959
Posse: 17.01.1960
REPARTIÇÕES PÚBLICAS Câmara Municipal *1ª Legislatura
Vereadores eleitos em 03 de outubro de 1955
Empossados em 27 de maro de 1956
Trmino:16.12.1959

Candido Mota Barreto
Cezar Baiocchi
Domenico Ernesto Carniel
Domingos Navarro
Heber Gonalves Palhano
Jos Alcdio Veltrini
Raimundo Arruda de Souza
Santo Taniolli
Willy Hardt

1 Prefeito Domingos Beraldi
Posse: 04.03.56
INFORMAÇÕES BÁSICAS DO MUNICÍPIO
• Nome: So Joo do Caiu
• Fundao: Dia 26 de novembro de 1954
• Significado do Nome: Devido tribo indgena “Caius”, que habitavam a nossa regio.
• Localizao – Latitude: 2253’ Longitude: 5221’
• Dimenses – rea: 315,51 km2; rea Urbana: 13,03 km2; rea Rural: 302,48 km2.
• Relevo: O seu relevo plano, com pequenas ondulaes.
• Vegetao: denominada de “floresta subcaduciflia tropical”, que sobre os solos oriundos do arenito caiu, perde em exuberncia e nmero de espcie, em relao aos solos de terra roxa. As rvores possuem troncos finos e no passam em mdia de 12 a 15 metros de altura. Atualmente, quase nada resta destas florestas, j que em seu contexto geral o desmatamento foi praticamente total, para a utilizao das terras no desenvolvimento agropecurio. Existe no municpio, um Horto Florestal da Municipalidade, com rea de 2,867 alqueires, servindo como recanto de lazer da populao.
• Hidrografia: Existem no municpio os seguintes crregos e ribeires: Marab, Caiu, Bararuba, Ibiruba e So Francisco. Crregos: Aracu, Beijapuca, Piedade, Areia Branca, Meravo e Carax.
• Altitude Mdia: 500 metros acima do nvel do mar.
• Limites:
Ao Norte: o Municpio de Santo Antonio do Caiu.
Ao Sul: o Municpio de Alto Paran e Cruzeiro do Sul.
A Leste: Paranacity e Inaj.
A oeste: Paranava.
• Clima: O clima do Municpio tropical e subtropical, pois se situa em uma rea de transio climtica, a temperatura mdia em torno de 23 C.A, mxima absoluta fica entre 38 e 40 . Os meses mais quentes so dezembro e janeiro e o mais frio o ms de julho. A regio tem as seguintes caractersticas: subtropical mido, mesotrmicos, veres quentes, geadas menos freqentes, tendncia concentrao das chuvas nos meses de vero acima do paralelo 24C, sem estao seca e temperatura mdia do ms mais quente maior que 22C, e do ms mais frio menor que 18C.
• Economia – Principais produtos na agricultura: milho, mandioca, mamona, feijo, cana-de-acar, algodo e o caf.
• Pecuria: gado leiteiro e de corte.
• Comrcio: Gneros alimentcios, de combustveis, de vesturios e medicamentos etc...
• Indstria: Confeces de roupas, fbrica de farinha, fbrica de mveis.
• Populao: 6.091 habitantes
• Aspectos Demogrficos (estimativa) IBGE
Total de Habitantes: fonte IBGE:
Urbanos: 5.070
Rurais: 1.021
Total: 6.091
Masculino: 3.054
Feminino: 3.037
Total da Populao: 6.091
• Nmero de Estabelecimentos de ensino:
* Municipal: - Centro de Educao Infantil Alda da Silveira Aguiar.
- Escola Municipal Maria Cernaki-Ensino Fundamental.
- Centro de Educao Infantil Menino Jesus.
* Estadual: - Colgio Estadual Carlos Gomes. Ensino Fund. e Mdio.
* Escola de Educao Especial Raio de Sol-APAE.
• Nmero de leitos: 1 hotel e conta com 10 quartos para hospedagem
• Nmero de lanchonetes: 02 - capacidade: em mdia 80 pessoas
• Nmero bares: 15 - capacidade: em mdia 90 pessoas
• Nmero de restaurantes: 02 - capacidade: 40 pessoas
• Biblioteca: Uma biblioteca Municipal e uma Estadual.
• Casa de Cultura: Casa da cultura “Leondio Veltrini”.
• Igrejas: Catlica Apostlica Romana, S o senhor Deus, Assemblia de Deus, Crist no Brasil, Pentecostal Deus Amor, Testemunha de Jeov, Adventista do Stimo Dia, Evanglica, Batista.
• Festas Tradicionais: Festa de So Joo Batista em 24 de junho, dia do Padroeiro do Municpio, Festa de Rodeio, Festa da APAE, Festa da Sinhazinha e Sinhozinho, etc.
• Grupos Folclricos: “Banda Louca” um grupo folclrico de carnaval, que existe a mais de 25 anos no Municpio.
• Recinto de Exposies: Parque de Rodeio Ludovico Pauka
• rea Livre: Calado na Avenida Senador Souza Naves
• Praias: Clube Campestre Caiu (Prainha)
• rea de proteo Ambiental: Centro Esportivo Buracan
• Horto florestal: Horto Florestal Municipal Dr. Csar Baiocchi
• Clubes/Associaes de lazer: Clube Campestre Caiu (PRAINHA); Associao dos Servidores Municipais de So Joo do Caiu (ASEMUCA);
• Associao Cultural Atltica Sanjoanense (ACAS);
• Associao Recreativa e Esportiva Caiu – AREC; Centro Comunitrio Social (GREC).
• Distncias:
Alto Paran - Comarca 45 km;
Paranava- 36 km;
Santo Antonio do Caiu- 14 km;
Inaj – 25 km
Cruzeiro do Sul – 26 km;
Paranacity – 28 km;
Curitiba – 530 km.
Londrina: 196 km,
INSTALAÇÃO DO MUNICÍPIO
Depois das eleies o municpio foi solenemente instalado no dia 17 de dezembro de 1955, conforme ATA lavrada no Livro prprio s folhas n 01:

ATA DA SESSO ESPECIAL DE INSTALAO DO MUNICPIO E DA ADMINISTRAO MUNICIPAL, BEM COMO DE COMPROMISSO E POSSE DE VEREADORES E DA INSTALAO DA CMARA MUNICIPAL DE SO JOO DO CAIU, ESTADO DO PARAN, EM 17 DE DEZEMBRO DE 1955.
Presidncia: - Dr. Carlos Bezerra Valente.
Resumo: - Comparecimento – Instalao do Municpio e da Administrao Respectiva – Compromisso de Posse dos Vereadores – Instalao da Cmara Municipal – Encerramento.

Aos dezessete dias do ms de dezembro de mil novecentos e cinqenta e cinco, s dez horas, nesta cidade de So Joo do Caiu, Estado do Paran, no salo nobre do Edifcio da Prefeitura Municipal, com a presena do Dr. Carlos Otvio Bezerra Valente, Juiz de Direito da Comarca, que presidiu a sesso, assim como os senhores: Jos Leonardo Freiberg, Presidente da Cmara Municipal de Alto Paran; o representante do Executivo Municipal daquela Comarca: o senhor Manoel Ronaldo Leite; representante do senhor Prefeito Municipal de Nova Esperana, senhor Hlio de Morais Barbosa; 1 Secretrio da Cmara Municipal de Nova Esperana e o senhor Delegado de Polcia de So Joo do Caiu, de outras autoridades e de elevado nmero de pessoas grandes representativas no s deste como dos municpios de Alto Paran, Paranacity, Nova Esperana e Paranava, procedeu-se a realizao das solenidades relativas instalao do Municpio de So Joo do Caiu, criado pela Lei n 253/54 de 26.11.54, e da administrao municipal respectiva, bem como de compromisso e posse dos vereadores eleitos em 05 de outubro de 1955 e da instalao da Cmara Municipal de So Joo do Caiu, de acordo com o que se dispe a Lei Orgnica dos Municpios. Assumindo a Presidncia e, estando presente a maioria absoluta dos vereadores, passou, o Dr. Carlos Bezerra Valente a verificar a autenticidade dos seus diplomas e o deferir-lhes compromisso regimental, convidando-se para servir como secretrio. Em seguida o senhor Presidente convidou os vereadores: Heber Gonalves Palhano, Domingos Navarro, Jos Alcdio Veltrini, Csar Baiocchi, Santo Toniolli, Willy Bardt, presentes, a prestarem o compromisso legal nos seguintes termos: “Prometo cumprir dignamente o mandato mim conferido, observando as Leis, trabalhando pelo engrandecimento do municpio”. Empossado os senhores vereadores, o MM. Juiz determinou que se procedesse a eleio da mesa da Cmara, nomeando os senhores Hlio de Morais Barbosa e lvaro Dirceu de Camargo Viana para servirem de escrutinadores. Procedida a eleio verificou-se o seguinte resultado: Para Presidente, Heber Gonalves Palhano, 4 votos; Csar Baiocchi, 2 votos. Para Vice-Presidente, Santo Toniolli, 6 votos; Para 1 Secretrio, Domingos Navarro, 6 votos; Para 2 Secretrio, Jos Alcdio Veltrini, 6 votos. A seguir o MM. Juiz anunciou o resultado pelo qual ficou a Mesa da Cmara Municipal de So Joo do Caiu, assim constituda: Presidente, Heber Gonalves Palhano; Para Vice-Presidente, Santo Toniolli; 1 Secretrio, Domingos Navarro e 2 Secretrio, Jos Alcdio Veltrini. Aps o empossamento da Mesa da Cmara e saudar os eleitos o MM. Juiz declarou franca a palavra. Dela fizeram uso os seguintes senhores: Heber Gonalves Palhano, Csar Baiocchi, Domingos Navarro, Jos Leonardo Freiberger e Manoel Ronaldo Leite. Ningum mais querendo fazer uso da palavra e ao som do Hino Nacional, o MM. Juiz declarou encerrada a sesso, do que para constar lavrei a presente ATA que lida e achada conforme, vai devidamente assinada. (Seguem-se as assinaturas do MM. Juiz dos senhores vereadores e dos presentes) – Secretrio – Azarias Garcia Duarte.

Primeira legislatura – Prefeito Municipal – Domingos Beraldi
Segunda legislatura – Prefeito Municipal – Dr. Csar Baiocchi
Terceira legislatura – Prefeito Municipal – Santo Pedrazzoli
Quarta legislatura – Prefeito Municipal – Leondio Veltrini
Quinta legislatura – Prefeito Municipal – Wilson Antonio Pelarin
Sexta legislatura – Prefeito Municipal – Lcio Marques
Stima legislatura – Prefeito Municipal – Cludio Pauka
Oitava legislatura – Prefeito Municipal – Lourival Sampaio de Souza
Nona legislatura – Prefeito Municipal – Cludio Pauka
Dcima legislatura– Prefeito Municipal – Wilson Pedrazzoli
Dcima primeira legislatura– Prefeito Municipal – Lourival Flix Carneiro
Dcima segunda legislatura – Prefeito Municipal – Cludio Pauka
ATA DA 2ª REUNIÃO
Aos vinte e sete dias de novembro de 1954, no salo do Cine So Joo, reuniu-se sob a Presidncia do senhor Justo Moya a “Comisso Pr Emancipao”, tendo tomado assento mesa, por convite do senhor presidente, as seguintes pessoas: Cndido Motta Barreto, Hlio Peluso, Domingos Navarro, Domingos Beraldi, Jos Arneiro Filho, Dr. Csar Baiocchi, Justo Moya, Heber Palhano, Moacir Rocha (Secretrio), Pedro Tenrio de Albuquerque, Jos Barbosa, Francisco Cruvinel, Jos Antonio Bett, Lcio de Carvalho, Mrio Ribeiro de Souza, Lenidas Alves Gomes, Pedro Adolfo Bruning e o menor Srgio Barreto Rocha, filho do senhor Moacir Rocha. Com a platia inteiramente tomada por imensa assistncia e sob vivos aplausos, tomou a palavra o senhor Secretrio por determinao do senhor presidente, para levar ao conhecimento da Casa, que naquele instante So Joo tinha se tornado Municpio, com a publicao da Lei n 253 de 26 de novembro de 1954, desmembrando-se de Alto Paran. Sob imensa louvao dos presentes, ouviu-se o estrugir de fogos e repiques de sinos. Comemorou-se assim, o colorrio de imensa luta poltica. Com a palavra o Dr. Csar Baiocchi, em rpido improviso, congratulou-se com os presentes pelo sucesso de nossa luta, e fez consignar em ATA um voto de louvor ao Deputado Estadual Dr. Accioly Filho, patrono do Projeto de Lei criando o nosso Municpio. Nos arquivos da Assemblia Legislativa do Estado, consta o seguinte: “autor do Projeto foi ento o Deputado Raul Rezende Filho”, o Projeto de Lei n 713/53, criando o Municpio de So Joo do Caiu, foi apresentado na Assemblia Legislativa em 02 de setembro de 1953, pelo autor. O Projeto foi vetado pelo Governador Munhoz da Rocha em 25 de abril de 1954, conforme Proposio n 42/54. O veto foi rejeitado pela Assemblia em 26 de novembro de 1954, dando origem Lei n 253/54, que criou o Municpio. A Lei foi publicada em 02 de dezembro de 1954, no Dirio Oficial n 217/54. Em prosseguimento o senhor Secretrio Moacir Rocha, enalteceu o valor de todos quantos colaboraram na luta pela consecuo desse ideal, tecendo elogios aos membros da comisso, homens de outras terras, que deram o melhor de seu trabalho aqui, para a fundao de uma cidade no setentrio paranaense, na qual as geraes futuras encontraro uma sociedade evoluda, culta e livre e onde seus filhos podero viver na vida livre onde se respeita e cultua a dignidade da pessoa humana. Livre a palavra, e como ningum mais quisessem usar, encerrou o senhor presidente a sesso da qual lavrei a presente ATA, que vai por mim datada e assinada.
So Joo do Caiu, 27 de Novembro de 1954.
O municpio recm criado era composto de So Joo e a rea do depois municpio de Santo Antonio do Caiu, que foi elevado a municpio em 25 de janeiro de 1961, conforme Lei n. 4336 da mesma data. A eleio para prefeito de Santo Antonio do Caiu foi realizada no dia 08 de outubro de 1961, sendo o primeiro prefeito eleito, Stersa Jlio Maximiliano ngelo, que tomou posse no dia 25 de novembro do mesmo ano.

Criado o municpio de cujo projeto foi autor o Deputado Raul Rezende Filho era natural que os partidos polticos procurassem eleger o primeiro prefeito. Depois dos ajustes e conversaes naturais dos perodos pr-eleitorais, foram lanados luta trs candidatos: Domingos Beraldi, Pedro Tenrio de Albuquerque e Vanderlei Sandoval Barbosa, sendo vereador o senhor Domingos Beraldi, pelo ex-PTB. A eleio foi realizada no dia 03 de outubro de 1955, tendo o senhor Domingos Beraldi s tomado posse do cargo no dia 04 de maro de 1956. De 17 dezembro de 1955, dia da instalao do municpio at o dia 04 de maro de 1956, ocupou o cargo de prefeito o presidente eleito da cmara, Heber Palhano. Posteriormente, a data da posse dos prefeitos foi estabelecida para o dia 17 de janeiro. Os primeiros vereadores eleitos, tambm tomaram posse no dia 17 de dezembro de 1955. No consta nos arquivos municipais porque o primeiro prefeito eleito no tomou posse no dia consagrado para tal fim, 17 de janeiro Moacir Rocha – 1 Secretrio
ATA DA PRIMEIRA REUNIÃO DA CAMPANHA PERMANENTE PRÓ ELEVAÇÃO DE SÃO JOÃO À MUNICÍPIO.
Aos onze dias do ms de julho de mil novecentos e cinqenta e trs, nos sales do Hotel So Joo, s vinte horas, reuniu-se pela primeira vez a “Comisso Permanente pr-elevao de So Joo Municpio”. Tomaram assento mesa os seguintes membros: Justo Moya, Joaquim Maia Coimbra, Francisco Cruvinel, Cndido Barreto, Domingos Beraldi, Benedito Torres de Oliveira, Pedro Adolfo Bruning. Deixaram de comparecer os seguintes membros: Manoel Jos dos Santos, Hidelbrando Olmpio Neves e Thom Vieira dos Santos. Foram convidados para tomarem assento mesa os senhores: Mrio Ribeiro de Souza, Idalino Bertucci e Joo Martins Galera. Aberta a sesso, foi aclamado Presidente o senhor Justo Moya; 1 Secretrio, Moacir Rocha; 2 Secretrio, Domingos Beraldi; Tesoureiro, Francisco Cruvinel. Empossada a mesa, decidiu o senhor Presidente que se fizesse por aclamao a constituio das subcomisses de finanas e propaganda. Por aclamao ficaram assim compostas: propaganda - Benedito Torres de Oliveira, Mrio Ribeiro de Souza e Joo Martins Galera e de finanas - Idalino Bertucci, Cndido Motta Barreto e Pedro Adolfo Bruning. Como segundo ATO da comisso, decidiu o senhor presidente que se aclamassem como membros honorrios da comisso os senhores Cludio de Souza Loureiro, Augusto Rocha Azevedo e Paulo Rocha Azevedo e se fizesse constar em ATA, e pela comisso de propaganda fosse comunicado aos novos membros. Usando da palavra o membro Cndido Motta Barreto pediu o preenchimento da vaga de vice-presidente pelo senhor Dr. Csar Baiocchi no que foi aceito por unanimidade e aclamada por todos. Com a palavra o membro Benedito Torres de Oliveira, sugeriu que fosse criado um “Livro de Ouro”, da comisso a fim de angariar fundos destinados ao custeio das futuras despesas no desempenho de suas funes. O membro Dr. Csar Baiocchi com a palavra sugeriu comisso de propaganda que redigisse um memorial para ser apresentado ao senhor governador do estado, presidente da Assemblia Legislativa do Estado e Prefeitura Municipal de Nova Esperana e aos senhores deputados Silveira da Rocha e Raul Rezende, com referncia municipalidade de So Joo. Com a palavra o presidente pediu a convocao de uma reunio da comisso para o prximo dia 13 s 20h00min no Hotel So Joo. No havendo mais nada a tratar declarou o senhor presidente encerrada a presente reunio, cuja ATA, lavrei e assino. Moacir Rocha, 1 Secretrio.
Justo Moya, Presidente.
(Seguem-se mais vinte assinaturas).
Seguiram-se mais dezenove reunies com o mesmo fim. A ltima realizou-se em 27 de novembro de 1954, cujo teor o seguinte:
HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO CAIUÁ
Imitando certos acontecimentos importantes da histria, que nascem dos fatos inesperados, a colonizao do Norte do Paran comeou quando um grupo de ingleses viu a terra. Um deles, Lord Lovat, especialista em mineralogia e botnica, afirmou que aquele solo arroxeado era dos mais frteis do mundo. Com alguns companheiros regressava ele Inglaterra, ao fim de uma misso econmica em que conseguiram conhecer bem, certas regies do Brasil.

Mal chegado a Londres, Lord Lovat reuniu os que com ele se mostravam entusiasmados com o empreendimento, e comeou a transform-lo em realidade. No ano de 1925, nascia a “Companhia Melhoramentos do Norte do Paran”, cuja maior acionista era “Paran Plantations” de Londres. No mesmo ano foi adquirida a primeira gleba de terras, dois anos mais tarde, a segunda. O total da gleba somava 515.000 alqueires, situada entre os rios: Tibagi, Paranapanema e Iva.

A empresa que colonizou o norte do Paran fez um planejamento que orientou a marcha para o oeste. Em cada 10 km, devia haver pequenos ncleos de abastecimentos, que se transformaram em pequenas cidades, e em cada 100 km, uma grande cidade para o centro comercial. Assim surgiram Londrina, Maring, Cianorte e Umuarama. Mas no pde evitar a iniciativa particular que se tornou responsvel pelo aparecimento de outras cidades, fora do plano estabelecido.

O desbravamento da regio onde se encontram localizadas Nova Esperana, So Joo do Caiu, Santo Antonio do Caiu, e outras cidades, remota ao ano de 1946, quando a “Companhia Melhoramentos do Norte do Paran”, (Ex-Companhia de Terras do Norte do Paran), adquiriu do Estado outra rea de aproximadamente 155.000 alqueires e iniciou a demarcao e loteamento de novas cidades. Em fins de 1950 e incio de 1951, dando prosseguimento ao plano elaborado, esta “Companhia” mediu e demarcou a rea onde surgiu o patrimnio de So Joo. Procedida a derrubada da mata, a imobiliria abriu uma estrada at a margem do Rio Paranapanema, onde se localiza hoje o “Porto Angelim”. Depois de demarcada a rea da futura cidade, comearam a chegar os primeiros povoadores. Pedro Adolfo Bruning, que construiu o primeiro rancho, ou casa de madeira; Domingos Beraldi, depois eleito primeiro Prefeito da cidade, e Justo Moya. Foram Domingos Beraldi e Justo Moya os primeiros comerciantes da cidade. Foi o senhor Justo Moya o comprador da primeira data vendida no Patrimnio, a de nmero 1 da quadra 19, em 04 de abril do ano de 1951. Posteriormente chegaram Jos Vieira dos Santos, Gumercindo Pereira, Trajano Vitalino de Andrade, Lauro Silva, Jos Cndido de Oliveira e Outros.

Em 1951 foi construda a primeira Capela, sob a invocao de So Joo Batista, tendo sido a primeira missa rezada em 24 de Junho de 1952.
Iniciou-se ento uma fase do progresso de atividades que sem interrupo e em marcha ascensional, colocaram o novo patrimnio entre os mais promissores da regio. Construiu-se uma penso, de Pedro Adolfo Bruning; um posto de gasolina de Irmos Barretos e uma farmcia de Idalino BertucciPor esse tempo se discutia o verdadeiro nome a ser dado ao novo patrimnio. Entre muitos outros, destacavam-se os seguintes: So Joo do Paraso, So Joo dos Bandeirantes e So Joo do Caiu. Como as opinies divergiram, foi formada uma comisso para tratar do assunto. A comisso formada pelos senhores: Domingos Beraldi, Justo Moya, Pedro Adolfo Bruning e outros fundadores da cidade, escolheram na maioria o nome de So Joo do Paraso. Porm, como j existia no pas outra localidade com igual nome, ao ser discutida a criao do Municpio, os membros da Assemblia Legislativa do Estado, atendendo a sugesto do senhor Domingos Beraldi, optaram pelo nome de So Joo do Caiu, vinculando dessa forma ao municpio, o nome da tribo de ndios Caius, que habitavam o vale do Rio Paranapanema.

Em 1953 por ato da Cmara Municipal de Nova Esperana foi criado o Distrito Administrativo de So Joo, e ainda em 1953 pela Lei Estadual n 1190 de 19 de setembro, So Joo foi desmembrado de Nova Esperana, passando a fazer parte do Municpio de Alto Paran, criado pela mesma Lei. Em 23 de dezembro de 1953, pela Lei Estadual n 1542, foi criado o Distrito Judicirio de So Joo. A Lei Municipal n 15 de 13 de setembro de 1954, sancionada pelo Prefeito de Alto Paran, criou novamente o Distrito Administrativo de So Joo. Em 1953 teve incio a luta pela emancipao poltica do Distrito, sendo a primeira reunio para tal fim, realizada no dia 11 de julho. A Comisso que se denominou “Comisso Permanente da Campanha pr-elevao de So Joo a Municpio”, ficou composta pelos senhores: Justo Moya, Presidente; Domingos Beraldi, Francisco Cruvinel e outros. o seguinte teor da primeira reunio da Comisso
 
 
 
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